Ricardo Martins
Antonio Ricardo Martins Costa · nasceu em 1965
Ricardo Martins se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 51 anos, superior completo, auxiliar de escritório e assemelhados, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Ricardo Martins declarou R$ 308,7 mil em bens, em reais de hoje: 16 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 39,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 16 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2016.
- Ricardo MartinsR$ 308,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 19,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 67,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Ricardo Martins declarou ao TSE R$ 41 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 19 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Governador Dix-Sept Rosado (RN) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 12,1 mil64,2%
- Próprio bolsoR$ 6.55834,7%
- Outros candidatosR$ 2101,1%
Para onde foi
- Material impressoR$ 9.68951,3%
- TransporteR$ 7.36739%
- ServiçosR$ 1.1256%
- Rádio, TV e vídeoR$ 6963,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Governador Dix-Sept Rosado (RN), 2016
Ricardo Martins: R$ 47,3 por voto (mediana da disputa, R$ 32,5). Quem venceu, Prof. Chagas Cruz, gastou R$ 16,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 207; o mais barato, R$ 16,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ricardo Martins. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Batalha DEMR$ 6,6 mil · 32 votosR$ 207
- Lucilene De Clemente PSDBR$ 6,3 mil · 57 votosR$ 110
- Irmão Sargento Wallace PSCR$ 7 mil · 136 votosR$ 51,6
- Ricardo Martins MDBR$ 19 mil · 399 votosR$ 47,3
- Zoraide De Zilmar PROSR$ 6 mil · 134 votosR$ 45,1
- Zé Emídio MDBR$ 15 mil · 440 votosR$ 33,1
- Brejeirinho PSBR$ 21 mil · 631 votosR$ 32,5
- Vandinho PLR$ 14 mil · 474 votosR$ 30,1
- Ramon Martins PHSR$ 9,4 mil · 331 votosR$ 28,5
- Zineuda Macedo MDBR$ 14 mil · 651 votosR$ 21,9
- Davi Marcolino DEMR$ 6,9 mil · 382 votosR$ 18,2
- Prof. Chagas Cruz PSDR$ 9,2 mil · 546 votosR$ 16,8
Votos por real
- 2016, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.