Ricardo Malinowsky
nasceu em 1963
Ricardo Malinowsky se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 53 anos, até o fundamental, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Ricardo Malinowsky declarou R$ 38,3 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 154,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou 36% da mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2016.
- Ricardo MalinowskyR$ 38,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 253,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 8 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Terreno em são bento do sulR$ 20,2 milTerreno
- Dinheiro em espécieR$ 10,9 milDinheiro em espécie
- Terreno em são bento do sulR$ 4.062Terreno
- Conta correnteR$ 1.894Conta corrente no país
- Valor em aplicação r. fixaR$ 574Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- Conta poupançaR$ 458Caderneta de poupança
- Participação societária açougueR$ 112Outras participações societárias
- Conta poupançaR$ 94Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Ricardo Malinowsky declarou ao TSE R$ 61 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 24 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · São Bento do Sul (SC) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 7.93462,1%
- PessoasR$ 3.55627,8%
- PartidoR$ 1.28610,1%
Para onde foi
- Material impressoR$ 6.92454,2%
- TransporteR$ 4.70436,8%
- ServiçosR$ 6224,9%
- PessoalR$ 4863,8%
- OutrosR$ 400,3%
Quanto custou cada voto: vereador, São Bento do Sul (SC), 2016
Ricardo Malinowsky: R$ 32,3 por voto (mediana da disputa, R$ 32,6). Quem venceu, Nivaldo Bogo Tio Niva, gastou R$ 26,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 215; o mais barato, R$ 22,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ricardo Malinowsky. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rodrigo Cararo PSDR$ 12 mil · 58 votosR$ 215
- Marlene Weiss MDBR$ 27 mil · 135 votosR$ 199
- Juli Harms MDBR$ 25 mil · 278 votosR$ 89,1
- Maria Marli MDBR$ 13 mil · 164 votosR$ 79,1
- Alcionei Silva MDBR$ 36 mil · 494 votosR$ 71,9
- Rogerio Big Burguer PSDBR$ 19 mil · 424 votosR$ 46
- Fernando Mallon MDBR$ 38 mil · 1.171 votosR$ 32,6
- Ricardo Malinowsky MDBR$ 13 mil · 396 votosR$ 32,3
- Lurdinha MDBR$ 14 mil · 544 votosR$ 26,5
- Nivaldo Bogo Tio Niva MDBR$ 31 mil · 1.171 votosR$ 26,4
- Lirio Volpi MDBR$ 23 mil · 1.002 votosR$ 22,7
- Professora Bernadete Hermes PSDBR$ 13 mil · 598 votosR$ 22,4
Votos por real
- 2016, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 77% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 96 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.