Ricardo Lautert
Ricardo Walter Lautert · nasceu em 1981
Ricardo Lautert se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSTU.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2020: 39 anos, superior completo, professor de ensino fundamental, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020Vice-prefeito · Joinville (SC)PSTU 16· esquerdaNa chapa de Drico do Pstuchapa não eleita244 votos da chapa, 0,1%
- 2018
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Ricardo Lautert declarou R$ 258,6 mil em bens, em reais de hoje. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2016 e 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Ricardo Lautert declarou ao TSE R$ 4,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 3,5 mil.
Campanha a campanha
2018 · Senador · Santa Catarina · PSTU · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeo2 pessoas, não nomeadasR$ 98698,1%
- EscritórioR$ 201,9%
Quanto custou cada voto: senador, Santa Catarina, 2018
Ricardo Lautert: R$ 0,07 por voto (mediana da disputa, R$ 0,88). Quem venceu, Esperidião Amin, gastou R$ 2,93 por voto. O voto mais caro custou R$ 6,22; o mais barato, R$ 0,07.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ricardo Lautert. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Ideli Salvatti PTR$ 2,1 milhões · 336.449 votosR$ 6,22
- Paulo Bauer PSDBR$ 3,8 milhões · 802.037 votosR$ 4,71
- Jorginho Mello PLR$ 4,4 milhões · 1.179.757 votosR$ 3,77
- Esperidião Amin PPR$ 3,6 milhões · 1.226.064 votosR$ 2,93
- Lédio Rosa PTR$ 699 mil · 327.226 votosR$ 2,13
- Raimundo Colombo PSDR$ 1,9 milhão · 999.043 votosR$ 1,95
- Miriam Prochnow REDER$ 74 mil · 84.486 votosR$ 0,88
- Professor Antonio PSOLR$ 18 mil · 51.191 votosR$ 0,36
- Lucas Esmeraldino PSLR$ 405 mil · 1.161.662 votosR$ 0,35
- Professor Pedro Cabral PSOLR$ 18 mil · 63.523 votosR$ 0,29
- Diego Mezzogiorno REDER$ 4,7 mil · 38.470 votosR$ 0,12
- Roberto Salum MOBILIZAR$ 27 mil · 246.686 votosR$ 0,11
- Ricardo Lautert PSTUR$ 1 mil · 13.845 votosR$ 0,07
Votos por real
- 2018, senador: 13.761 votos por R$ 1.000, 12 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 5,9 votos por R$ 1.000, 9% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.