Apuração
Prefeito · 2016 · PSL

Ricardo Kaká

Ricardo Silva Faria · nasceu em 1979

Ricardo Kaká disputou uma eleição, em 2016, para prefeito (Caxambu (MG)), pelo PSL: não eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSL+0,57← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoPSL2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 37 anos, superior completo, administrador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Prefeito · Caxambu (MG)
    PSL 17· direita
    não eleito2.944 votos, 22,2%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Ricardo Kaká declarou R$ 1 mi em bens, em reais de hoje: 2,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 1 mi
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 632.560 na declaração)

Declarou 2,2 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2016.

  • Ricardo KakáR$ 1 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 467,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 497,8 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Residência rua doutor viottiR$ 458,8 mil
    Casa
  2. Capital social empresa tari metais indústria e comércio LTDAR$ 308,7 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  3. Residencia rua praxedes costaR$ 259,5 mil
    Casa
  4. PGBL banco itaú S/AR$ 567
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  5. Capital integralizado cooperforteR$ 94
    Quotas ou quinhões de capital

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Ricardo Kaká declarou ao TSE R$ 136 mil em receitas, em reais de hoje, 14% de dinheiro público.

2016 · Prefeito · Caxambu (MG) · PSL · não eleito

De onde veio

R$ 136,1 mil
14% veio de fundos públicos; 18 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 136,1 mil.
  1. Pessoas18 pessoas, não nomeadasR$ 111,8 mil82,1%
  2. Fundo partidárioTudo de Partido Social LiberalR$ 19,4 mil14,3%
  3. PartidoR$ 4.0793%
  4. Próprio bolsoR$ 8100,6%

Para onde foi

R$ 136,1 mil
O maior gasto foi com pessoal: 40% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 136,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal44 pessoas, não nomeadasR$ 55,1 mil40,4%
  2. EventosTudo de Carlinhos Despachante Promocoes De Eventos Artisticos Ltda - MeR$ 14,6 mil10,7%
  3. EscritórioR$ 3.1902,3%
  4. TransporteR$ 2.4291,8%
  5. InternetR$ 49< 0,1%

Quanto custou cada voto: prefeito, Caxambu (MG), 2016

Ricardo Kaká: R$ 46,2 por voto (mediana da disputa, R$ 46,2). Quem venceu, Diogo Curi, gastou R$ 17,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 207; o mais barato, R$ 17,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ricardo Kaká. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeito: 22 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.