Ricardo de Melo
José Ricardo Alves de Melo · nasceu em 1984
Ricardo de Melo se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: DEM (2008), PSD (2012), MDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 31 anos, ensino médio, diretor de estabelecimento de ensino, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Ricardo de Melo declarou R$ 751,4 mil em bens, em reais de hoje: 15 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Tocantins. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 723,1 mil acima da inflação.
Declarou 15 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Tocantins em 2016.
- Ricardo de MeloR$ 751,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 113,7 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 7 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Loja comercialR$ 324,9 milPrédio comercial
- Imóvel residencialR$ 162,5 milCasa
- Automovel micro-onibusR$ 130 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 02 AutomóveisR$ 65 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Chácara com 2.7 hectaresR$ 43,9 milTerra nua
- 03 MotocicletasR$ 14,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dinheiro em espécieR$ 10,6 milDinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Ricardo de Melo declarou ao TSE R$ 23 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 9,6 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · São Bento do Tocantins (TO) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 6.23472%
- PessoasR$ 2.42928%
Para onde foi
- ServiçosR$ 3.09335,7%
- TransporteR$ 2.15224,8%
- PessoalR$ 1.79920,8%
- Material impressoR$ 1.61918,7%
Quanto custou cada voto: vereador, São Bento do Tocantins (TO), 2016
Ricardo De Melo: R$ 88,4 por voto (mediana da disputa, R$ 57,1). Quem venceu, Dacimar Cortez, gastou R$ 38,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 182; o mais barato, R$ 38,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ricardo De Melo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jovela PSDR$ 8,4 mil · 46 votosR$ 182
- Lazaro Miranda REDER$ 7,9 mil · 55 votosR$ 144
- Ricardo De Melo MDBR$ 8,7 mil · 98 votosR$ 88,4
- Edgar Da Silva MDBR$ 7,3 mil · 100 votosR$ 73,2
- Wocto Guedes PSDR$ 8,4 mil · 138 votosR$ 60,5
- Claudio Bandeira PTBR$ 8,5 mil · 147 votosR$ 57,5
- Dino Tavares PTBR$ 8,2 mil · 144 votosR$ 57,1
- Paulo César PSBR$ 8,3 mil · 160 votosR$ 52,1
- Capucho PLR$ 8,9 mil · 183 votosR$ 48,6
- Edson Neves PLR$ 8 mil · 167 votosR$ 48,2
- Professora Lucimar PPR$ 8 mil · 184 votosR$ 43,3
- Dacimar Cortez PSBR$ 7,9 mil · 206 votosR$ 38,2
Votos por real
- 2016, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 73% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.