Ricardo de Freitas
nasceu em 1975
Ricardo de Freitas disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Cáceres (MT)), pelo PSTU: não eleito.
Esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 29 anos, superior completo. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Ricardo de Freitas declarou ao TSE R$ 1,3 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Cáceres (MT) · PSTU · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- PessoalR$ 1.10887,2%
- Material impressoR$ 16312,8%
Quanto custou cada voto: prefeito, Cáceres (MT), 2004
Ricardo De Freitas: R$ 6,62 por voto (mediana da disputa, R$ 54,8). Quem venceu, Ricardo Henry, gastou R$ 104 por voto. O voto mais caro custou R$ 132; o mais barato, R$ 6,62.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ricardo De Freitas. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tulio Fontes DEMR$ 1,8 milhão · 13.999 votosR$ 132
- Ricardo Henry PPR$ 1,9 milhão · 18.554 votosR$ 104
- Fernanda Martins MDBR$ 186 mil · 3.396 votosR$ 54,8
- Ricardo De Freitas PSTUR$ 1,3 mil · 192 votosR$ 6,62
Votos por real
- 2004, prefeito: 151 votos por R$ 1.000, 11 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.