Ricardo Cypriano
Ricardo Rochael Cypriano · nasceu em 1976
Ricardo Cypriano disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Vargem Alta (ES)), pelo PSC: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 28 anos, ensino médio, trabalhador de hotelaria. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Ricardo Cypriano declarou ao TSE R$ 3,6 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Vargem Alta (ES) · PSC · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.62945,5%
- PessoalR$ 1.14031,8%
- EventosR$ 81522,7%
Quanto custou cada voto: prefeito, Vargem Alta (ES), 2004
Ricardo Cypriano: R$ 18,5 por voto (mediana da disputa, R$ 54,5). Quem venceu, Elieser Rabello, gastou R$ 54,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 61,7; o mais barato, R$ 18,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ricardo Cypriano. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Uilder AVANTER$ 236 mil · 3.828 votosR$ 61,7
- Elieser Rabello CIDADANIAR$ 340 mil · 6.243 votosR$ 54,5
- Ricardo Cypriano PSCR$ 3,6 mil · 194 votosR$ 18,5
Votos por real
- 2004, prefeito: 54 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.