Ricardo Barros
Ricardo Silveira Barros Neto · nasceu em 1979
Ricardo Barros se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Passou por 2 partidos: MDB (2012–2016), PDT (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 41 anos, superior completo, vereador, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Ricardo Barros declarou R$ 61,7 mil em bens, em reais de hoje: 2,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 3.999, já descontada a inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 2,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2016.
- Ricardo BarrosR$ 61,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 126,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Ricardo Barros declarou ao TSE R$ 152 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 68 mil, 41% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Piçarra (PA) · PDT · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Democratico TrabalhistaR$ 28,3 mil41,4%
- Próprio bolsoR$ 26,4 mil38,6%
- Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 13,7 mil20%
Para onde foi
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 21,2 mil43,3%
- Pessoal20 pessoas, não nomeadasR$ 15,6 mil31,9%
- Material impressoTudo de Correio Grafica E Editora LtdaR$ 5.76811,8%
- Rádio, TV e vídeo1 pessoas, não nomeadasR$ 5.66111,6%
- TransporteR$ 7091,4%
Quanto custou cada voto: prefeito, Piçarra (PA), 2020
Ricardo Barros: R$ 15,6 por voto (mediana da disputa, R$ 15,6). Quem venceu, Laane Barros, gastou R$ 42,1 por voto.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ricardo Barros. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Laane Barros MDBR$ 171 mil · 4.061 votosR$ 42,1
- Ricardo Barros PDTR$ 49 mil · 3.144 votosR$ 15,6
Votos por real
- 2020, prefeito: 64 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.