Apuração
Prefeito · 2020 · PT

Ricardo Barbosa

Ricardo Sérgio Barbosa de Oliveira · nasceu em 1969

Ricardo Barbosa se candidatou em 8 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,60← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PSTU2004PSTU2006PSOL2008PSOL2010PSOL2012PT2016PT2020PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Passou por 3 partidos: PSTU (2002–2004), PSOL (2006–2010), PT (2012–2020).

GovernadorDep. estadualPrefeitoVice-prefeitoVereadorPartidoPSTUPSOLPT’02’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 51 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Prefeito · Maceió (AL)
    PT 13· esquerda
    não eleito8.905 votos, 2,3%
  2. 2016
    Vice-prefeito · Maceió (AL)
    PT 13· centro-esquerda
    Na chapa de Paulão
    chapa não eleita10.267 votos da chapa, 2,4%
  3. 2012
    Vereador · Maceió (AL)
    PT 13123· centro-esquerda
    suplente
  4. 2010
    Deputado estadual · Alagoas
    PSOL 50111· esquerda
    não eleito1.874 votos; 84º mais votado de 264 no estado
  5. 2008
    Vereador · Maceió (AL)
    PSOL 50111· esquerda
    eleito453 votos
  6. 2006
    Governador · Alagoas
    PSOL 50· esquerda
    não eleito51.680 votos, 3,9%
  7. 2004
    Prefeito · Maceió (AL)
    PSTU 16· esquerda
    não eleito3.893 votos, 1,2%
  8. 2002
    Governador · Alagoas
    PSTU 16· esquerda
    não eleito1.579 votos, 0,2%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Ricardo Barbosa teve 1.874 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 84º lugar entre 264 candidatos.

Recebeu votos em 65 cidades. Maceió deu 51,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,2%.

1.874 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 1.874 votos.
  1. Maceió (AL)958 votos51,1%
  2. Arapiraca (AL)232 votos12,4%
  3. Piranhas (AL)130 votos6,9%
  4. Campo Alegre (AL)69 votos3,7%
  5. União dos Palmares (AL)67 votos3,6%
  6. Outras 50 cidades164 votos8,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Ricardo Barbosa declarou R$ 524,3 mil em bens, em reais de hoje: 1,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Alagoas. Entre 2006 e 2020, o total subiu R$ 330,5 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 524,3 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 365.000 na declaração)

Declarou 1,9 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Alagoas em 2020.

  • Ricardo BarbosaR$ 524,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 270,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 421,6 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 524,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Ricardo Barbosa declarou ao TSE R$ 871 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 596 mil, 99% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Prefeito · Maceió (AL) · PT · não eleito

De onde veio

R$ 596,1 mil
99% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 596,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 3.1130,5%

Para onde foi

R$ 503,7 mil
O maior gasto foi com rádio, TV e vídeo: 56% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 503,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeoTudo de Porto Producoes Audiovisuais LtdaR$ 283 mil56,2%
  2. PesquisasR$ 18,2 mil3,6%
  3. InternetR$ 2.8300,6%
  4. EscritórioR$ 125< 0,1%

Quanto custou cada voto: prefeito, Maceió (AL), 2020

Ricardo Barbosa: R$ 56,6 por voto (mediana da disputa, R$ 27,5). Quem venceu, Jhc, gastou R$ 66,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 341; o mais barato, R$ 6,01.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ricardo Barbosa. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, prefeito: 18 votos por R$ 1.000, 61% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 3,5 votos por R$ 1.000, 8% da mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 21 votos por R$ 1.000, 40% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 33% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.