Ricardo Bandolin
Ricardo Krei Bandolin · nasceu em 1960
Ricardo Bandolin se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2020.
Passou por 3 partidos: DEM (2008), PL (2012), DEM (2012), PTB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 60 anos, superior completo, corretor de imóveis, seguros, títulos e valores, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012Vice-prefeito · Bela Vista do Paraíso (PR)PL 22· direitaNa chapa de Brenechapa não eleita4.376 votos da chapa, 42,5%
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Ricardo Bandolin declarou R$ 390,4 mil em bens, em reais de hoje: 14 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 229,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 14 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2020.
- Ricardo BandolinR$ 390,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 28,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 143,6 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Casa residenciaR$ 287,3 milCasa
- Veiculo marca Ford/EcoSport SE 1.6R$ 71,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Empresa Individual Ricardo Krei BandolinR$ 28,7 milOutros bens e direitos
- Banco BradescoR$ 2.586Outros créditos e poupança vinculada
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Ricardo Bandolin declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 6,9 mil, 7,6% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Bela Vista do Paraíso (PR) · PTB · eleito
De onde veio
- Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 4.51965,4%
- Próprio bolsoR$ 1.69524,5%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2020 Edson Vieira Brene PrefeitoR$ 69810,1%
Para onde foi
- EscritórioR$ 401%
Quanto custou cada voto: vereador, Bela Vista do Paraíso (PR), 2020
Ricardo Bandolin: R$ 11,1 por voto (mediana da disputa, R$ 3,46). Quem venceu, Rondinele, gastou R$ 0,65 por voto. O voto mais caro custou R$ 11,1; o mais barato, R$ 0,65.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ricardo Bandolin. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ricardo Bandolin PTBR$ 3,8 mil · 343 votosR$ 11,1
- Alcides Vilas Boas PTBR$ 1,1 mil · 138 votosR$ 7,67
- Leandro Abelha MDBR$ 1,3 mil · 170 votosR$ 7,53
- Guilherme Lauria DEMR$ 449 · 68 votosR$ 6,60
- Rafael Palú MDBR$ 2 mil · 308 votosR$ 6,33
- Zé Maria DEMR$ 1,3 mil · 309 votosR$ 4,16
- Professora Elisete PTBR$ 771 · 223 votosR$ 3,46
- Pascoal DEMR$ 1,2 mil · 386 votosR$ 2,99
- Nei Santana PSDBR$ 406 · 245 votosR$ 1,66
- Cris Valenzuela PSDR$ 364 · 257 votosR$ 1,42
- Sergio Menck PSLR$ 354 · 350 votosR$ 1,01
- Rondinele PSDR$ 183 · 281 votosR$ 0,65
Votos por real
- 2020, vereador: 90 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 133 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.