Ricardinho Felix
Claudenir Ricardo Felix de Souza · nasceu em 1993
Ricardinho Felix disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Anhembi (SP)), pelo DEM: suplente.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 23 anos, superior incompleto, auxiliar de escritório e assemelhados, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Ricardinho Felix declarou R$ 22,4 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Ricardinho FelixR$ 22,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Ricardinho Felix declarou ao TSE R$ 761 em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Anhembi (SP) · DEM · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 42956,4%
- Outros candidatosR$ 33243,6%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Anhembi (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 45,4 por voto. Quem venceu, Boca, gastou R$ 28,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 176; o mais barato, R$ 28,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Natalia Camargo MDBR$ 4,9 mil · 28 votosR$ 176
- Lazinho PTBR$ 4,1 mil · 33 votosR$ 125
- Priscila Jacob PLR$ 9,6 mil · 89 votosR$ 108
- Mauricio Da D. Ivone MDBR$ 4,9 mil · 58 votosR$ 84,7
- Sonia Do Ruy PLR$ 8,4 mil · 124 votosR$ 67,5
- Valdir José PLR$ 4,2 mil · 92 votosR$ 45,4
- Solene PODER$ 6,2 mil · 138 votosR$ 44,7
- Nenê Cabeção MDBR$ 7,1 mil · 179 votosR$ 39,9
- Cristina Enfermeira PLR$ 9,7 mil · 269 votosR$ 36
- Motinha PLR$ 4,8 mil · 142 votosR$ 33,5
- Boca PTBR$ 4,8 mil · 165 votosR$ 28,9
Votos por real
- 2016, vereador: 118 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.