Boca
Adilson Jose Soares · nasceu em 1970
Boca se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 49 anos, até o fundamental, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Boca declarou R$ 56,9 mil em bens, em reais de hoje: 2,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 13 mil acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 2,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- BocaR$ 56,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Boca declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 9,1 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Anhembi (SP) · PTB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Anhembi (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 9,23 por voto. Quem venceu, Thiago Becca, gastou R$ 1,37 por voto. O voto mais caro custou R$ 19,5; o mais barato, R$ 1,37.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem gasto declarado.
Ver em tabela
- Eraldo Prado PVR$ 1,4 mil · 71 votosR$ 19,5
- Nene Cabeção CIDADANIAR$ 1,5 mil · 84 votosR$ 18
- Fernando Carneiro CIDADANIAR$ 1,2 mil · 79 votosR$ 15,8
- Rodrigo Pomba PSDR$ 2,4 mil · 190 votosR$ 12,4
- Bia Tobias CIDADANIAR$ 1,3 mil · 137 votosR$ 9,81
- Mauricio Da Ivone PVR$ 425 · 46 votosR$ 9,23
- Cole CIDADANIAR$ 566 · 95 votosR$ 5,96
- Felipe Abud PPR$ 1,4 mil · 326 votosR$ 4,34
- Silvinha Do Posto PPR$ 184 · 77 votosR$ 2,39
- Rodrigo Moura PVR$ 425 · 245 votosR$ 1,73
- Thiago Becca PPR$ 283 · 206 votosR$ 1,37
Votos por real
- 2016, vereador: 35 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 20 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.