Ricardinho
Ricardo Consolim de Azevedo · nasceu em 1968
Ricardinho se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 3 partidos: PV (2004), PP (2008–2012), PC do B (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 47 anos, ensino médio, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Ricardinho declarou R$ 263,2 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 75,8 mil acima da inflação.
Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- RicardinhoR$ 263,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Ricardinho declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 6,1 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Morungaba (SP) · PC do B · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 51844,2%
- Próprio bolsoR$ 41535,4%
- Outros candidatosR$ 24020,4%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.09092,8%
- TransporteR$ 494,1%
- EscritórioR$ 191,7%
- OutrosR$ 161,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Morungaba (SP), 2016
Ricardinho: R$ 5,86 por voto (mediana da disputa, R$ 10,1). Quem venceu, Julio Do Vadu, gastou R$ 6,72 por voto. O voto mais caro custou R$ 20,7; o mais barato, R$ 5,86.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ricardinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Giuliano Frare MDBR$ 2,4 mil · 115 votosR$ 20,7
- Lucas Frare PSDBR$ 1,2 mil · 60 votosR$ 19,3
- Cícero Lopes PSDBR$ 2 mil · 130 votosR$ 15,2
- Amauri Molena DEMR$ 3,8 mil · 300 votosR$ 12,7
- Reinaldo MDBR$ 3,8 mil · 315 votosR$ 12,1
- João Luciano PSDBR$ 2,5 mil · 221 votosR$ 11,3
- Tomás Federicci CIDADANIAR$ 3,1 mil · 310 votosR$ 10,1
- Toninho Motorista PTBR$ 3,2 mil · 334 votosR$ 9,51
- Richard Da Auto Elétrica PSDBR$ 2,3 mil · 255 votosR$ 8,91
- Luis Freitas MDBR$ 1,9 mil · 242 votosR$ 7,79
- Julio Do Vadu DEMR$ 2,2 mil · 325 votosR$ 6,72
- Ricardinho PC do BR$ 1,2 mil · 200 votosR$ 5,86
Votos por real
- 2016, vereador: 171 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 81 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 43 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.