Apuração
Prefeito · 2012 · MDB

Ribamar Lopes

José Ribamar Lopes de Sousa · nasceu em 1945

Ribamar Lopes disputou uma eleição, em 2012, para prefeito (Morros (MA)), pelo MDB: não eleito.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,15← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoMDB2012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, não eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 67 anos, até o fundamental, pecuarista. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Prefeito · Morros (MA)
    MDB 15· centro-direita
    não eleito3.450 votos, 31,7%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Ribamar Lopes declarou R$ 1,4 mi em bens, em reais de hoje: 2,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Maranhão.

R$ 1,4 mi
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 649.000 na declaração)

Declarou 2,6 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Maranhão em 2012.

  • Ribamar LopesR$ 1,4 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 536,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 672,2 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,4 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Propriedade buritizinho da ferraR$ 315,5 mil
    Terreno
  2. Situado rua maria gorethR$ 263 mil
    Casa
  3. Situado na rua emetério leitãoR$ 219,1 mil
    Casa
  4. Situada no bairro do vinhais são luís-maR$ 186,3 mil
    Casa
  5. Propriedade campo do rio una de baixoR$ 175,3 mil
    Terreno
  6. Situado na avenida josé lopes de sousaR$ 153,4 mil
    Casa
  7. 210 Cabeças de gadoR$ 109,6 mil
    Rebanho e animais

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Ribamar Lopes declarou ao TSE R$ 176 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Prefeito · Morros (MA) · MDB · não eleito

De onde veio

R$ 176 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 12 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 176 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas12 pessoas, não nomeadasR$ 78,7 mil44,7%
  2. PartidoTudo de Direção NacionalR$ 54,2 mil30,8%
  3. Próprio bolsoR$ 7.5814,3%

Para onde foi

R$ 176 mil
O maior gasto foi com escritório: 43% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 176 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeoR$ 4.3322,5%

Quanto custou cada voto: prefeito, Morros (MA), 2012

Ribamar Lopes: R$ 51 por voto (mediana da disputa, R$ 51). Quem venceu, Silvana, gastou R$ 61,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 61,2; o mais barato, R$ 2,94.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ribamar Lopes. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Silvana PDTR$ 293 mil · 4.780 votosR$ 61,2
  • Sidrack PVR$ 123 mil · 2.021 votosR$ 61,1
  • Ribamar Lopes MDBR$ 176 mil · 3.450 votosR$ 51
  • William PRTBR$ 1,8 mil · 626 votosR$ 2,94

Votos por real

  • 2012, prefeito: 20 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.