Apuração
Prefeito · 2016 · PSDB

Renato Zanella

Renato Michael Zanella · nasceu em 1984

Renato Zanella disputou uma eleição, em 2016, para prefeito (Nova Monte Verde (MT)), pelo PSDB: não eleito.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,37← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoPSDB2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 32 anos, superior completo, engenheiro, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PSDB 45· centro-direita
    não eleito2.011 votos, 49,1%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Renato Zanella declarou R$ 417,6 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 417,6 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 257.023 na declaração)

Declarou 50% da mediana dos candidatos a prefeito em Mato Grosso em 2016.

  • Renato ZanellaR$ 417,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 843 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,4 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 417,6 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 8 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Carro toyota hilux SW4R$ 130 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  2. Disponibilidade financeiraR$ 129,7 mil
    Dinheiro em espécie
  3. Rca serviços de engenaria LTDAR$ 80,4 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  4. Carro chevrolet celta ano/mod 2005/2005R$ 23,6 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Imovel urbano 07R$ 23,2 mil
    Terreno
  6. Imovel urbano 31-AR$ 16,2 mil
    Terreno
  7. Imovel urbano 21-AR$ 8.448
    Terreno
  8. Conta banco do brasilR$ 5.958
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Renato Zanella declarou ao TSE R$ 92 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Prefeito · Nova Monte Verde (MT) · PSDB · não eleito

De onde veio

R$ 91,6 mil
0% veio de fundos públicos; 8 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 91,6 mil.
  1. Pessoas8 pessoas, não nomeadasR$ 55,1 mil60,2%
  2. Próprio bolsoR$ 36,4 mil39,8%

Para onde foi

R$ 91,6 mil
O maior gasto foi com material impresso: 32% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 91,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços19 pessoas, não nomeadasR$ 28,2 mil30,8%
  2. Pessoal6 pessoas, não nomeadasR$ 9.32710,2%
  3. EventosTudo de Wagner Santos Silva 88121429153R$ 6.9637,6%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 1.6191,8%

Quanto custou cada voto: prefeito, Nova Monte Verde (MT), 2016

Renato Zanella: R$ 45,5 por voto (mediana da disputa, R$ 37,6). Quem venceu, Bia, gastou R$ 37,6 por voto.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Renato Zanella. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Renato Zanella PSDBR$ 92 mil · 2.011 votosR$ 45,5
  • Bia MDBR$ 78 mil · 2.085 votosR$ 37,6

Votos por real

  • 2016, prefeito: 22 votos por R$ 1.000, 91% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.