Renato Muniz
Renato Muniz da Silva · nasceu em 1985
Renato Muniz se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSC (2012–2014), PL (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 30 anos, superior completo, advogado, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2014, parda em 2016. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputado estadual · Santa CatarinaPSC 20123· direitanão eleito2.632 votos; 157º mais votado de 409 no estado
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Renato Muniz teve 2.632 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 157º lugar entre 409 candidatos.
Recebeu votos em 90 cidades. Xanxerê deu 51,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 86,8%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Renato Muniz declarou R$ 240,5 mil em bens, em reais de hoje: 2,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2012 e 2016.
Declarou 2,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2016.
- Renato MunizR$ 240,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 253,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Renato Muniz declarou ao TSE R$ 120 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 58 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Xanxerê (SC) · PL · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 10,3 mil55,3%
- Próprio bolsoR$ 8.30644,7%
Para onde foi
- TransporteR$ 7.00137,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 4.85826,2%
- Material impressoR$ 3.64019,6%
- PessoalR$ 2.59113,9%
- ServiçosR$ 3241,7%
- EscritórioR$ 1590,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Xanxerê (SC), 2016
Renato Muniz: R$ 32,1 por voto (mediana da disputa, R$ 34,1). Quem venceu, Tiecher, gastou R$ 23,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 42; o mais barato, R$ 19,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Renato Muniz. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr. Filappi CIDADANIAR$ 21 mil · 501 votosR$ 42
- Cirlei Menegolla PSDR$ 25 mil · 614 votosR$ 41,4
- Rosemir Koff PTR$ 19 mil · 474 votosR$ 40
- Sidão PTR$ 34 mil · 860 votosR$ 39,2
- Piccoli MDBR$ 42 mil · 1.077 votosR$ 39
- Dr. Wilson PSDBR$ 36 mil · 966 votosR$ 37,5
- Guilherme Bodanese - Guella MDBR$ 33 mil · 965 votosR$ 34,1
- Renato Muniz PLR$ 19 mil · 578 votosR$ 32,1
- Adrianinho PTR$ 33 mil · 1.360 votosR$ 24,3
- Tatu João Paulo Menegatti PTBR$ 24 mil · 1.012 votosR$ 23,8
- Tiecher PTR$ 27 mil · 1.156 votosR$ 23,2
- Vilmar Do Som REPUBLICANOSR$ 18 mil · 907 votosR$ 19,8
Votos por real
- 2016, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 45 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.