Apuração
Deputado federal · 2010 · MDB

Renato Dantas

Tirso Renato Dantas · nasceu em 1960

Renato Dantas se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2010, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,01← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSB2006MOBILIZA2008MDB2010MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 3 partidos: PSB (2004), MOBILIZA (2006), MDB (2008–2010).

Dep. federalVereadorPartidoPSBMOBILIZAMDB2004200620082010
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2010, suplente.

Declarou ao TSE em 2010: 50 anos, superior completo, empresário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado federal · Rio Grande do Norte
    MDB 1515· centro
    suplente594 votos; 41º mais votado de 60 no estado
  2. 2008
    Vereador · Natal (RN)
    MDB 15222· centro
    suplente4.592 votos
  3. 2006
    Deputado federal · Rio Grande do Norte
    MOBILIZA 3355· centro-direita
    candidatura não chegou à urna
  4. 2004
    Vereador · Natal (RN)
    PSB 40555· centro-esquerda
    eleito9.484 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Renato Dantas teve 594 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 41º lugar entre 60 candidatos.

Recebeu votos em 114 cidades. Natal deu 40,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 67,2%.

594 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 594 votos.
  1. Natal (RN)238 votos40,1%
  2. Parnamirim (RN)42 votos7,1%
  3. Caicó (RN)21 votos3,5%
  4. São Gonçalo do Amarante (RN)18 votos3%
  5. Jardim do Seridó (RN)12 votos2%
  6. Outras 99 cidades195 votos32,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Renato Dantas declarou R$ 1,8 mi em bens, em reais de hoje: 49 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte. Entre 2006 e 2010, o total subiu R$ 796,8 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,8 mi
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 715.781 na declaração)

Declarou 49 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal no Rio Grande do Norte em 2010.

  • Renato DantasR$ 1,8 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 36,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 3 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,8 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2010, do maior ao menor
  1. Lozalizada na av. airton sennaR$ 593,5 mil
    Casa
  2. Localizado na rua ministro mirabour da cunha melaR$ 432,7 mil
    Apartamento
  3. Localizado na rua iliria tavares galvãoR$ 346,2 mil
    Apartamento
  4. Proposta de aquisição valor de adesão firmado com a fprR$ 222,5 mil
    Apartamento
  5. Localizado na rua missionário guinnar viger galvãoR$ 125,6 mil
    Apartamento
  6. Localizada na rua atol das rocasR$ 49,5 mil
    Casa

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Renato Dantas declarou ao TSE R$ 468 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 273 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Natal (RN) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 272,6 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 19 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 272,6 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 123,2 mil45,2%
  2. PartidoTudo de Diretório EstadualR$ 80,3 mil29,5%
  3. Pessoas19 pessoas, não nomeadasR$ 67,5 mil24,8%
  4. EmpresasR$ 1.6060,6%

Para onde foi

R$ 272,5 mil
O maior gasto foi com transporte: 48% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 272,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços13 pessoas, não nomeadasR$ 48,2 mil17,7%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 13,9 mil5,1%
  3. OutrosR$ 11,3 mil4,2%
  4. EscritórioR$ 3690,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Natal (RN), 2008

Renato Dantas: R$ 59,3 por voto (mediana da disputa, R$ 59,3). Quem venceu, Dickson Nasser, gastou R$ 31,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 253; o mais barato, R$ 31,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Renato Dantas. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 33% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 55 votos por R$ 1.000, 52% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.