Renato da Fandreis
José Renato Andreis · nasceu em 1951
Renato da Fandreis disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Sapiranga (RS)), pelo DEM: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 52 anos, até o fundamental, diretor de empresas. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Renato da Fandreis declarou ao TSE R$ 36 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Sapiranga (RS) · DEM · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- PesquisasTudo de Methodus Pesquisa E Assessoria LtdaR$ 9.77427,3%
- TransporteR$ 1.0653%
- EventosR$ 9062,5%
- EscritórioR$ 2440,7%
Quanto custou cada voto: prefeito, Sapiranga (RS), 2004
Renato Da Fandreis: R$ 20,2 por voto (mediana da disputa, R$ 20,2). O voto mais caro custou R$ 28; o mais barato, R$ 4,05.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. contorno claro: Renato Da Fandreis. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Valderi PTBR$ 45 mil · 1.596 votosR$ 28
- Luiz Sessegolo PDTR$ 46 mil · 1.723 votosR$ 26,5
- Renato Da Fandreis DEMR$ 36 mil · 1.771 votosR$ 20,2
- Spolaor PTR$ 63 mil · 15.583 votosR$ 4,05
Votos por real
- 2004, prefeito: 49 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.