Apuração
Vice-prefeito · 2016 · PSD

Renato Cabeção

Renato Paiva Costa · nasceu em 1943

Renato Cabeção se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,30← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004CIDADANIA2008CIDADANIA2012PL2016PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: CIDADANIA (2004–2008), PL (2012), PSD (2016).

PrefeitoVice-prefeitoPartidoCIDADANIAPLPSD2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2016, chapa eleita.

Declarou ao TSE em 2016: 72 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vice-prefeito · Santa Branca (SP)
    PSD 45· direita
    Na chapa de Celso Simão
    chapa eleita3.473 votos da chapa, 38,6%
  2. 2012
    Prefeito · Santa Branca (SP)
    PL 22· direita
    não eleito1.308 votos, 14,3%
  3. 2008
    Prefeito · Santa Branca (SP)
    CIDADANIA 23· centro· na urna, Renato Cabeçao
    não eleito1.786 votos, 21,0%
  4. 2008
    Vice-prefeito · Santa Branca (SP)
    CIDADANIA 11· centro
    vice na chapa
  5. 2004
    Vice-prefeito · Santa Branca (SP)
    CIDADANIA 11· centro
    Na chapa de Filinho
    chapa eleita2.694 votos da chapa, 31,0%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Renato Cabeção declarou ao TSE R$ 160 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 156 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Prefeito · Santa Branca (SP) · PL · não eleito

De onde veio

R$ 156 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 87% identificado como fundo partidário; 6 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 156 mil.
  1. Fundo partidárioTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 135,2 mil86,7%
  2. Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 20,8 mil13,3%

Para onde foi

R$ 156 mil
O maior gasto foi com serviços: 55% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 156 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 20,8 mil13,3%
  2. EventosR$ 5.0753,3%
  3. EscritórioR$ 3.3992,2%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 2.3831,5%

Quanto custou cada voto: prefeito, Santa Branca (SP), 2012

Renato Cabeção: R$ 119 por voto (mediana da disputa, R$ 62,5). Quem venceu, Adriano Pereira, gastou R$ 62,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 119; o mais barato, R$ 15,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Renato Cabeção. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, prefeito: 8,4 votos por R$ 1.000, 39% da mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 459 votos por R$ 1.000, 5,6 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.