Apuração
Vereador · 2008 · PTB

Renato

Renato Luiz Vigolo · nasceu em 1961

Renato se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,26← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PHS2008PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Passou por 2 partidos: PHS (2004), PTB (2008).

VereadorPartidoPHSPTB200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 47 anos, até o fundamental, industrial. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Roca Sales (RS)
    PTB 14567· centro-direita
    eleito330 votos
  2. 2004
    Vereador · Roca Sales (RS)
    PHS 31234· centro-direita· na urna, Renato Luiz Vigolo
    não eleito315 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Renato declarou R$ 2,9 mi em bens, em reais de hoje: 27 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 2,9 mi
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.063.110 na declaração)

Declarou 27 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.

  • RenatoR$ 2,9 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 2,9 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 20 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Camioneta pajero gls 3.2 ano 2007R$ 463,8 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  2. Dinheiro em poder declaranteR$ 347,8 mil
    Dinheiro e aplicações
  3. Emprestimo empresa haeflinger vigoloR$ 269,6 mil
    Créditos e direitos
  4. Emprestimo neimar luiz caneiR$ 256,2 mil
    Créditos e direitos
  5. Emprestimo vanei tomazalliR$ 242,7 mil
    Créditos e direitos
  6. Apto edificio aquariosR$ 188,7 mil
    Imóveis
  7. Apto. edificio aquariosR$ 175,3 mil
    Imóveis
  8. Terreno c/ edificacao napoleao maioliR$ 161,8 mil
    Imóveis
  9. Emprestimo gedi minetto de siqueiraR$ 134,8 mil
    Créditos e direitos
  10. Integralizacao de capitalR$ 134,8 mil
    Empresas e participações
  11. Automovel corsa ano 2006R$ 79,7 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  12. Terreno c/ casa alvenariaR$ 67,4 mil
    Imóveis
  13. Capital socialR$ 67,4 mil
    Empresas e participações
  14. Banrisul - renda fixaR$ 65,8 mil
    Dinheiro e aplicações
  15. Automovel corsa ano 2003R$ 59,3 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  16. Emprestimo alexandre vigoloR$ 45,8 mil
    Créditos e direitos
  17. Emprestimo cristiano pires cerveiraR$ 40,4 mil
    Créditos e direitos
  18. Emprestimo adriano horbackR$ 32,4 mil
    Créditos e direitos
  19. Capital socialR$ 27,4 mil
    Empresas e participações
  20. Banrisul - c/cR$ 5.350
    Dinheiro e aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Renato declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Roca Sales (RS) · PTB · eleito

De onde veio

R$ 13,3 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13,3 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 9.78673,6%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 2.14216,1%
  3. PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 1.36010,2%

Para onde foi

R$ 13,3 mil
O maior gasto foi com material impresso: 41% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteTudo de Posto De Combustiveis Dullius LtdaR$ 4.28432,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Roca Sales (RS), 2008

Renato: R$ 40,3 por voto (mediana da disputa, R$ 39). Quem venceu, Juliano Horst - Coelhinho , gastou R$ 17,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 116; o mais barato, R$ 17,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Renato. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Mario Ramos PPR$ 5,8 mil · 50 votosR$ 116
  • Mario Ramos PPR$ 5,8 mil · 50 votosR$ 116
  • Luisa Maria Hunning PPR$ 6,2 mil · 80 votosR$ 77,3
  • Margareth De Souza - Marga PDTR$ 12 mil · 185 votosR$ 67,6
  • Tchusco PTBR$ 9,6 mil · 190 votosR$ 50,7
  • Renato PTBR$ 13 mil · 330 votosR$ 40,3
  • Rogerio Engster PPR$ 5,5 mil · 140 votosR$ 39
  • Mara PTBR$ 11 mil · 302 votosR$ 36,6
  • Loi/Picao MDBR$ 6,6 mil · 211 votosR$ 31,3
  • Jaque PTBR$ 5,8 mil · 214 votosR$ 26,9
  • Osmar PTBR$ 5,7 mil · 268 votosR$ 21,3
  • Juliano Horst - Coelhinho PPR$ 5,7 mil · 321 votosR$ 17,7

Votos por real

  • 2008, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.