Apuração
Vereadora · 2008 · PSDB

Renata Martins

nasceu em 1983

Renata Martins disputou uma eleição, em 2008, para vereadora (Campo Bom (RS)), pelo PSDB: não eleita.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,20← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadoraPartidoPSDB2008
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2008, não eleita.

Declarou ao TSE em 2008: 25 anos, superior completo, psicólogo. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereadora · Campo Bom (RS)
    PSDB 45321· centro-direita
    não eleita740 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Renata Martins declarou R$ 66,1 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 66,1 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 24.500 na declaração)

Declarou 61% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.

  • Renata MartinsR$ 66,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 66,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Renata Martins declarou ao TSE R$ 36 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereadora · Campo Bom (RS) · PSDB · não eleita

De onde veio

R$ 36,1 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 7 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 36,1 mil.
  1. EmpresasR$ 19 mil52,7%
  2. PessoasR$ 16 mil44,3%
  3. Outros candidatosR$ 9612,7%
  4. PartidoR$ 1500,4%

Para onde foi

R$ 36,1 mil
O maior gasto foi com outros: 76% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 36,1 mil.
  1. OutrosR$ 27,5 mil76,3%
  2. Material impressoR$ 7.47820,7%
  3. TransporteR$ 9752,7%
  4. EscritórioR$ 1150,3%

Quanto custou cada voto: vereadora, Campo Bom (RS), 2008

Renata Martins: R$ 48,8 por voto (mediana da disputa, R$ 35,1). Quem venceu, Dercio Machaski, gastou R$ 24,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 108; o mais barato, R$ 18,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Renata Martins. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Silvio Santos DEMR$ 17 mil · 153 votosR$ 108
  • Tania Zimmermann PTR$ 16 mil · 208 votosR$ 76,3
  • Elzo Moura MDBR$ 20 mil · 257 votosR$ 76,2
  • Ivo Da Moradia PTR$ 81 mil · 1.166 votosR$ 69
  • William Orth CIDADANIAR$ 26 mil · 393 votosR$ 65,3
  • Renata Martins PSDBR$ 36 mil · 740 votosR$ 48,8
  • Beatriz Fagundes Bea DCR$ 21 mil · 584 votosR$ 35,1
  • Lauro Grings MDBR$ 18 mil · 525 votosR$ 34,1
  • Chiquinho MDBR$ 27 mil · 805 votosR$ 33,6
  • Marinho CIDADANIAR$ 20 mil · 613 votosR$ 32,5
  • Dercio Machaski MDBR$ 27 mil · 1.113 votosR$ 24,2
  • Jair Reinheimer MDBR$ 16 mil · 826 votosR$ 18,9

Votos por real

  • 2008, vereadora: 20 votos por R$ 1.000, 50% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.