Apuração
Vereador · 2016 · PHS

Renan Pontes

Renan Santos Pontes · nasceu em 1989

Renan Pontes se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em todas.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPHS+0,29← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PHS2016PHS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.

Sempre pelo PHS.

VereadorPartidoPHS201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 27 anos, superior incompleto, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Porecatu (PR)
    PHS 31000· centro-direita
    eleito359 votos
  2. 2012
    Vereador · Porecatu (PR)
    PHS 31000· centro-direita
    eleito491 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Renan Pontes declarou R$ 162,5 mil em bens, em reais de hoje: 3,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 162,5 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 100.000 na declaração)

Declarou 3,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2016.

  • Renan PontesR$ 162,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 42,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 170,3 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 162,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Renan Pontes declarou ao TSE R$ 17 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Porecatu (PR) · PHS · eleito

De onde veio

R$ 16,8 mil
0% veio de fundos públicos; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 16,8 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 14,8 mil88,4%
  2. Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 1.94311,6%

Para onde foi

R$ 16,8 mil
O maior gasto foi com pessoal: 61% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 16,8 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal21 pessoas, não nomeadasR$ 10,2 mil60,9%
  2. TransporteR$ 6483,9%
  3. ServiçosR$ 4052,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Porecatu (PR), 2016

Renan Pontes: R$ 46,7 por voto (mediana da disputa, R$ 37). Quem venceu, Wilsinho Azinari, gastou R$ 29,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 73; o mais barato, R$ 29,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Renan Pontes. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 94% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.