Reizinho
José Reis Barreto da Silva · nasceu em 1954
Reizinho se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2012.
Passou por 2 partidos: DEM (2004), PSDB (2008–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 62 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Reizinho declarou R$ 277,1 mil em bens, em reais de hoje: 21 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 69 mil acima da inflação.
Declarou 21 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- ReizinhoR$ 277,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Sitio av alameda das arvores 110R$ 113,7 milOutros bens imóveis rural
- DinheiroR$ 73,1 milCaderneta de poupança
- Casa residencial tva sostemes v boasR$ 46,1 milCasa
- Veiculo chevrolet classic ls 2013/14R$ 44,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Reizinho declarou ao TSE R$ 51 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 21 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Serrolândia (BA) · PSDB · suplente
De onde veio
- Fundo partidárioR$ 8.09669,2%
- Próprio bolsoR$ 2.22219%
- Outros candidatosR$ 1.37611,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 5.66746,7%
- TransporteR$ 4.28835,3%
- ServiçosR$ 1.37611,3%
- RepassesR$ 4493,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 3242,7%
- EscritórioR$ 370,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Serrolândia (BA), 2016
Reizinho: R$ 32,8 por voto (mediana da disputa, R$ 26). Quem venceu, Gí De Zeza, gastou R$ 13 por voto. O voto mais caro custou R$ 123; o mais barato, R$ 13.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Reizinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Joelma Enfermeira PC do BR$ 8,6 mil · 70 votosR$ 123
- Leu De Nenga PC do BR$ 6,9 mil · 139 votosR$ 49,4
- Gildo Do Roçadinho PODER$ 8,5 mil · 240 votosR$ 35,6
- Reizinho PSDBR$ 12 mil · 370 votosR$ 32,8
- Guina Da Oficina PC do BR$ 10 mil · 370 votosR$ 28,1
- Clebinho De Silé DEMOCRATAR$ 12 mil · 446 votosR$ 27,8
- Tiba Do Maracujá PC do BR$ 8,4 mil · 323 votosR$ 26
- Lia De Paulo DEMR$ 8,9 mil · 468 votosR$ 19,1
- Wilson De Jacó PC do BR$ 8 mil · 426 votosR$ 18,8
- Zé Oliveira PHSR$ 9,6 mil · 520 votosR$ 18,4
- Célio Do Salamin PC do BR$ 7 mil · 422 votosR$ 16,5
- Gí De Zeza PC do BR$ 7,7 mil · 597 votosR$ 13
Votos por real
- 2016, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 58% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 58 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.