Reis
Eles Reis de Freitas · nasceu em 1970
Reis se candidatou em 4 eleições, de 2010 a 2018, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2018 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
Passou por 2 partidos: PP (2010), AGIR (2012–2018).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2018: 48 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2018Deputado federal · GoiásAGIR 3637· direitavotos anulados pela Justiça Eleitoral155 votos; 188º mais votado de 197 no estado
- 2016
- 2012
- 2010
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Reis teve 155 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 188º lugar entre 197 candidatos.
Recebeu votos em 16 cidades. Planaltina deu 77,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,4%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Reis declarou R$ 178,1 mil em bens, em reais de hoje. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2010 e 2018.
Declarou perto da mediana dos candidatos a deputado federal em Goiás em 2018.
- ReisR$ 178,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 170,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 2 mi
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 11 itens declarados em 2018, do maior ao menor
- #Nulo#R$ 30,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- #Nulo#R$ 22,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- #Nulo#R$ 22,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- #Nulo#R$ 21,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- #Nulo#R$ 12,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- #Nulo#R$ 12,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- #Nulo#R$ 12,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- #Nulo#R$ 12,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- #Nulo#R$ 12,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- #Nulo#R$ 12,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- #Nulo#R$ 7.610Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Reis declarou ao TSE R$ 2,8 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 1,6 milhão.
Campanha a campanha
2018 · Deputado federal · Goiás · AGIR · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Trabalhista Cristao - Diretorio NacionalR$ 45,2 mil71,7%
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 17,3 mil27,5%
- Outros candidatosR$ 4840,8%
- Próprio bolsoR$ 660,1%
Para onde foi
- Serviços5 pessoas, não nomeadasR$ 30,3 mil67,1%
- Pessoal45 pessoas, não nomeadasR$ 14,7 mil32,4%
- EscritórioR$ 2260,5%
Quanto custou cada voto: deputado federal, Goiás, 2018
Mediana da disputa: R$ 33,7 por voto. Quem venceu, Delegado Waldir, gastou R$ 2,69 por voto. O voto mais caro custou R$ 146; o mais barato, R$ 2,69.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tchequinho MDBR$ 1,6 milhão · 10.623 votosR$ 146
- Dra. Wdineia MDBR$ 749 mil · 5.958 votosR$ 126
- Sandes Junior PPR$ 3,4 milhões · 29.993 votosR$ 113
- Balestra PPR$ 3,8 milhões · 48.653 votosR$ 77,9
- Marcos Abrão CIDADANIAR$ 3,4 milhões · 50.909 votosR$ 67,1
- José Nelto PODER$ 3,5 milhões · 61.809 votosR$ 56,9
- Jean Carlo PSDBR$ 3 milhões · 67.729 votosR$ 45
- Professor Alcides PPR$ 3,9 milhões · 88.545 votosR$ 44,1
- Adriano Do Baldy PPR$ 3,4 milhões · 77.729 votosR$ 44
- Dona Iris MDBR$ 1,7 milhão · 39.976 votosR$ 43,7
- Demóstenes Torres PTBR$ 1,1 milhão · 27.801 votosR$ 40,1
- Giuseppe Vecci PSDBR$ 1,9 milhão · 49.766 votosR$ 39,2
- Jovair Arantes PTBR$ 2,2 milhões · 56.705 votosR$ 38
- Magda Mofatto PLR$ 3,3 milhões · 88.894 votosR$ 37,6
- Lucas Vergílio SOLIDARIEDADER$ 2,8 milhões · 78.431 votosR$ 35,3
- Flavia Cunha DEMR$ 1,2 milhão · 36.655 votosR$ 33,7
- Glaustin Da Fokus PSCR$ 3 milhões · 100.437 votosR$ 29,8
- Célio Silveira PSDBR$ 1,9 milhão · 70.663 votosR$ 26,9
- Fábio Sousa PSDBR$ 1,8 milhão · 67.130 votosR$ 26,7
- Prof. Walter Paulo PRTBR$ 674 mil · 30.401 votosR$ 22,2
- João Campos REPUBLICANOSR$ 2,3 milhões · 106.014 votosR$ 21,8
- Coronel Alessandri PSDBR$ 518 mil · 26.428 votosR$ 19,6
- Alcides Rodrigues PRPR$ 1,1 milhão · 64.941 votosR$ 17,1
- Francisco Jr PSDR$ 1,9 milhão · 111.788 votosR$ 16,9
- Rubens Otoni PTR$ 1,4 milhão · 83.063 votosR$ 16,4
- Zé Mario DEMR$ 1,4 milhão · 96.188 votosR$ 14,5
- Flavia Morais PDTR$ 2,5 milhões · 169.774 votosR$ 14,5
- Elias Vaz PSBR$ 927 mil · 74.877 votosR$ 12,4
- Dr. Zacarias Calil DEMR$ 776 mil · 151.508 votosR$ 5,12
- Delegado Waldir PSLR$ 739 mil · 274.406 votosR$ 2,69
Votos por real
- 2018, deputado federal: 3,4 votos por R$ 1.000, 6% da mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 14 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 9,3 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 18 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.