Apuração
Vereador · 2008 · DEM

Regis Vargas

Regis da Silva Vargas · nasceu em 1968

Regis Vargas se candidatou em 2 eleições, de 2006 a 2008, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,73← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2006DEM2008DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo DEM.

Dep. estadualVereadorPartidoDEM20062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 40 anos, ensino médio, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    DEM 25052· direita
    suplente
  2. 2006
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    DEM 25052· direita
    suplente1.538 votos; 323º mais votado de 486 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Regis Vargas teve 1.538 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 323º lugar entre 486 candidatos.

Recebeu votos em 58 cidades. Eldorado do Sul deu 50,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,9%.

1.538 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 1.538 votos.
  1. Eldorado do Sul (RS)782 votos50,8%
  2. Guaíba (RS)319 votos20,7%
  3. Porto Alegre (RS)124 votos8,1%
  4. Camaquã (RS)84 votos5,5%
  5. Cerro Grande do Sul (RS)30 votos2%
  6. Outras 43 cidades79 votos5,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Regis Vargas declarou R$ 615,6 mil em bens, em reais de hoje: 5,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2006 e 2008, o total subiu R$ 269,6 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 615,6 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 228.300 na declaração)

Declarou 5,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.

  • Regis VargasR$ 615,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 615,6 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Apartamento em porto alegreR$ 350,5 mil
    Imóveis
  2. Casa alvenariaR$ 215,7 mil
    Imóveis
  3. Automóvel gol 1997R$ 34,5 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  4. Automovel monza 1987R$ 14,8 mil
    Veículos, barcos e aeronaves

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Regis Vargas declarou ao TSE R$ 25 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 20 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Eldorado do Sul (RS) · DEM · suplente

De onde veio

R$ 19,6 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 19,6 mil.
  1. PessoasR$ 10,8 mil55%
  2. PartidoR$ 4.91325,1%
  3. Outros candidatosR$ 2.67713,7%
  4. Próprio bolsoR$ 8034,1%
  5. EmpresasR$ 4282,2%

Para onde foi

R$ 19,6 mil
O maior gasto foi com outros: 73% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 19,6 mil.
  1. OutrosR$ 14,4 mil73,3%
  2. TransporteR$ 3.22116,4%
  3. Material impressoR$ 1.4737,5%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 4282,2%
  5. EscritórioR$ 990,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Eldorado do Sul (RS), 2008

Regis Vargas: R$ 301 por voto (mediana da disputa, R$ 90,1). Quem venceu, Nenão, gastou R$ 33,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 301; o mais barato, R$ 30,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Regis Vargas. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Regis Vargas DEMR$ 20 mil · 65 votosR$ 301
  • Savinho PSBR$ 116 mil · 452 votosR$ 256
  • Beth Conzatti CIDADANIAR$ 23 mil · 98 votosR$ 235
  • Chico Colono MDBR$ 95 mil · 520 votosR$ 183
  • Gerlack DEMR$ 17 mil · 105 votosR$ 163
  • Paulo Silva PSBR$ 16 mil · 126 votosR$ 127
  • Paulinho Batista CIDADANIAR$ 26 mil · 284 votosR$ 90,1
  • Chico Rolim MDBR$ 18 mil · 212 votosR$ 83,4
  • Jairo Conzatti CIDADANIAR$ 19 mil · 232 votosR$ 83,1
  • Para Da Capoeira MDBR$ 37 mil · 721 votosR$ 51,6
  • Nenão PDTR$ 22 mil · 662 votosR$ 33,5
  • Bebeto Cartana PSDBR$ 17 mil · 578 votosR$ 30,1

Votos por real

  • 2008, vereador: 3,3 votos por R$ 1.000, 17% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 268 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.