Reginaldo Correa
Reginaldo Correa Ribeiro · nasceu em 1975
Reginaldo Correa se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2016.
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 45 anos, até o fundamental, comerciante, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Reginaldo Correa declarou R$ 71,8 mil em bens, em reais de hoje: 3,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 60,2 mil acima da inflação.
Declarou 3,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Reginaldo CorreaR$ 71,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Reginaldo Correa declarou ao TSE R$ 9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 4,4 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Taparuba (MG) · PSDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 97658%
- Outros candidatosR$ 70842%
Para onde foi
- ServiçosR$ 56658%
- Material impressoR$ 41042%
Quanto custou cada voto: vereador, Taparuba (MG), 2020
Reginaldo Correa: R$ 7,45 por voto (mediana da disputa, R$ 8,78). Quem venceu, Celio Barra, gastou R$ 4,88 por voto. O voto mais caro custou R$ 849; o mais barato, R$ 4,88.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Reginaldo Correa. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Claudinho Do Mamede PSLR$ 1,7 mil · 2 votosR$ 849
- Tiãozinho PSLR$ 948 · 54 votosR$ 17,6
- Nildo PSLR$ 958 · 74 votosR$ 12,9
- Renato Da Chácara PSLR$ 948 · 79 votosR$ 12
- Gessuil Da Saúde PSLR$ 948 · 80 votosR$ 11,9
- Cleir Vieira PSDBR$ 976 · 103 votosR$ 9,48
- Fabiana Kerr PSLR$ 948 · 108 votosR$ 8,78
- Celinho Arruda PSLR$ 948 · 114 votosR$ 8,32
- Reginaldo Correa PSDBR$ 976 · 131 votosR$ 7,45
- João Marcos - Buiu PSDBR$ 976 · 169 votosR$ 5,78
- Ney PSLR$ 948 · 182 votosR$ 5,21
- Celio Barra PSDBR$ 976 · 200 votosR$ 4,88
Votos por real
- 2020, vereador: 131 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 188 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 68 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.