Regina de Paula
Rute Regina Castro Silva · nasceu em 1966
Regina de Paula se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleita em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: REPUBLICANOS (2008–2010), MDB (2012–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 50 anos, ensino médio, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2010Deputada estadual · ParáREPUBLICANOS 10144· centro-direitasuplente1.016 votos; 253º mais votada de 460 no estado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Regina de Paula teve 1.016 votos para deputada estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 253º lugar entre 460 candidatos.
Recebeu votos em 54 cidades. Belém deu 34,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Regina de Paula declarou R$ 184,6 mil em bens, em reais de hoje: 8,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2016.
Declarou 8,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2016.
- Regina de PaulaR$ 184,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 126,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Regina de Paula declarou ao TSE R$ 43 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereadora: R$ 17 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Benevides (PA) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 10,8 mil63%
- Próprio bolsoR$ 5.91034,6%
- Outros candidatosR$ 3972,3%
Para onde foi
- PessoalR$ 7.77245,6%
- TransporteR$ 4.01623,5%
- ServiçosR$ 2.85016,7%
- Material impressoR$ 2.42114,2%
Quanto custou cada voto: vereadora, Benevides (PA), 2016
Regina De Paula: R$ 109 por voto (mediana da disputa, R$ 24,3). Quem venceu, Professor Fredson, gastou R$ 12,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 109; o mais barato, R$ 12,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Regina De Paula. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Regina De Paula MDBR$ 17 mil · 156 votosR$ 109
- Dr. Wesley PDTR$ 38 mil · 474 votosR$ 79,8
- Adevaldo Silva REPUBLICANOSR$ 13 mil · 176 votosR$ 71,1
- Dedé MDBR$ 32 mil · 676 votosR$ 47,7
- Paulo Lobato MDBR$ 43 mil · 925 votosR$ 46,9
- Robertinho PTBR$ 17 mil · 607 votosR$ 27,5
- Ivaneide Valadares MDBR$ 21 mil · 874 votosR$ 24,3
- Ademar PDTR$ 22 mil · 966 votosR$ 23,1
- Ortega PSBR$ 16 mil · 784 votosR$ 20,1
- Dr. Luiz MDBR$ 17 mil · 878 votosR$ 19,6
- Mauro Sampaio MDBR$ 12 mil · 694 votosR$ 16,7
- Professor Fredson PLR$ 17 mil · 1.334 votosR$ 12,9
Votos por real
- 2016, vereadora: 9,2 votos por R$ 1.000, 27% da mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 18 votos por R$ 1.000, 27% da mediana da disputa.
- 2010, deputada estadual: 97 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 95 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.