Raul Filho
Raul de Jesus Lustosa Filho · nasceu em 1958
Raul Filho se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004 e 2008.
Passou por 3 partidos: CIDADANIA (2002), PT (2004–2008), PL (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 57 anos, ensino médio, empresário, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2004
- 2002
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Raul Filho declarou R$ 19,9 mi em bens, em reais de hoje: 42 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Tocantins. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 17,5 mi acima da inflação.
Declarou 42 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Tocantins em 2016.
- Raul FilhoR$ 19,9 mi
- Mediana dos candidatosR$ 471,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 619,8 mil
Cada quadrado, R$ 500 mil.
Os 15 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Imóvel ruralR$ 7,8 miTerreno rural
- Propriedade de 2.090 cabeças de gadoR$ 3,4 miOutras aplicações
- Saldo em caixaR$ 1,6 miDinheiro em espécie
- Imóvel urbano com área total de 9.242R$ 1,5 miTerreno
- Saldo no banco do brasilR$ 1,3 miConta corrente no país
- Benfeitorias rurais existentesR$ 885,5 milOutras aplicações
- Imóvel urbano com área total de 8.432R$ 812,3 milTerreno
- Imóvel ruralR$ 731,1 milTerreno rural
- Imóvel rural com área total de 145R$ 584,9 milTerreno rural
- 02 Tratores agrícolas marca new rolland 141CVR$ 389,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Imóvel urbanoR$ 227,5 milTerreno
- Imóvel ruralR$ 198,2 milTerreno rural
- Imóvel ruralR$ 162 milTerreno rural
- Imóvel ruralR$ 140,8 milTerreno rural
- Imóvel urbanoR$ 113,7 milTerreno
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Raul Filho declarou ao TSE R$ 8,9 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 5,1 milhões.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Palmas (TO) · PL · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1,5 mi69,7%
- PessoasR$ 60,8 mil2,9%
Para onde foi
- Pessoal32 pessoas, não nomeadasR$ 111,3 mil5,3%
- EventosR$ 5.6880,3%
Quanto custou cada voto: prefeito, Palmas (TO), 2016
Raul Filho: R$ 50,7 por voto (mediana da disputa, R$ 121). Quem venceu, Amastha, gastou R$ 121 por voto. O voto mais caro custou R$ 160; o mais barato, R$ 27,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Raul Filho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zé Roberto PTR$ 781 mil · 4.865 votosR$ 160
- Cláudia Lelis PVR$ 1,7 milhão · 13.121 votosR$ 128
- Amastha PSBR$ 8,3 milhões · 68.634 votosR$ 121
- Raul Filho PLR$ 2,1 milhões · 41.191 votosR$ 50,7
- Sargento Aragão PATRIOTAR$ 89 mil · 3.226 votosR$ 27,6
Votos por real
- 2016, prefeito: 21 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 8,9 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 35 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.