Apuração
Vereador · 2016 · PSL

Rangel Garcia

Rangel da Silva Souza · nasceu em 1974

Rangel Garcia se candidatou em 3 eleições, de 2010 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPSL+0,10← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2010PDT2014PDT2016PSL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PDT (2010–2014), PSL (2016).

Dep. estadualVereadorPartidoPDTPSL2010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 42 anos, superior completo, servidor público municipal, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2014, parda em 2016. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PSL 17123· direita
    suplente
  2. 2014
    Deputado estadual · Pará
    PDT 12012· centro-esquerda
    suplente1.311 votos; 252º mais votado de 650 no estado
  3. 2010
    Deputado estadual · Pará
    PDT 12012· centro-esquerda
    suplente917 votos; 265º mais votado de 460 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Rangel Garcia teve 1.311 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 252º lugar entre 650 candidatos.

Recebeu votos em 84 cidades. Novo Repartimento deu 14,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 68,2%.

1.311 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 1.311 votos.
  1. Novo Repartimento (PA)192 votos14,6%
  2. Belém (PA)150 votos11,4%
  3. Abaetetuba (PA)85 votos6,5%
  4. Marabá (PA)57 votos4,3%
  5. Altamira (PA)49 votos3,7%
  6. Outras 69 cidades417 votos31,8%
As outras 1 eleições para deputado
917 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 917 votos.
  1. Novo Repartimento (PA)651 votos71%
  2. Belém (PA)109 votos11,9%
  3. Tucuruí (PA)61 votos6,7%
  4. Bragança (PA)10 votos1,1%
  5. Marabá (PA)10 votos1,1%
  6. Outras 25 cidades33 votos3,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Rangel Garcia declarou R$ 327,1 mil em bens, em reais de hoje: 14 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará. Entre 2010 e 2016, o total subiu R$ 233,1 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 327,1 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 201.313 na declaração)

Declarou 14 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2016.

  • Rangel GarciaR$ 327,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 22,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 126,8 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 327,1 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. No bairro morumbiR$ 162,5 mil
    Casa
  2. Terreno medindo 366R$ 80,4 mil
    Terreno
  3. Um terreno medindo 234R$ 53,3 mil
    Terreno
  4. Uma moto brosR$ 16,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. 5 TerrenosR$ 14,6 mil
    Terreno
  6. P g.da silva ltda-meR$ 6
    Outras aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Rangel Garcia declarou ao TSE R$ 187 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 97 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2,5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Novo Repartimento (PA) · PSL · suplente

De onde veio

R$ 21,6 mil
0,4% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 21,6 mil.
  1. PessoasR$ 16,2 mil75%
  2. Próprio bolsoR$ 5.33424,7%
  3. Fundo partidárioR$ 760,4%

Para onde foi

R$ 21,6 mil
O maior gasto foi com transporte: 44% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 21,6 mil.
  1. TransporteR$ 9.46943,8%
  2. ServiçosR$ 6.47730%
  3. PessoalR$ 2.59112%
  4. Material impressoR$ 2.1009,7%
  5. InternetR$ 8103,7%
  6. EscritórioR$ 1550,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Novo Repartimento (PA), 2016

Rangel Garcia: R$ 149 por voto (mediana da disputa, R$ 42,6). Quem venceu, Dione, gastou R$ 18,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 221; o mais barato, R$ 18,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Rangel Garcia. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 6,7 votos por R$ 1.000, 26% da mediana da disputa.
  • 2014, deputado estadual: 19 votos por R$ 1.000, 27% da mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 9,5 votos por R$ 1.000, 17% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.