Rangel
Rangel Navarini · nasceu em 1980
Rangel se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em todas.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 36 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Rangel declarou R$ 344,4 mil em bens, em reais de hoje: 4,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 82,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou 4,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- RangelR$ 344,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Trator marca new holland tl 75 ano 2010 gabinadoR$ 134,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Colheitadeira marca massey fergussson 5650 participacao 20…R$ 81,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Saldo em domicilioR$ 56,9 milDinheiro em espécie
- Um automovel gol ano 2008R$ 32,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Trator massey fergusson 275 ano 1980 com equipamentos…R$ 32,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um automovel fiat uno ano 1995R$ 6.499Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Rangel declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 7,9 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Cacique Doble (RS) · MDB · eleito
De onde veio
- PartidoTudo de Diretorio Municipal Do Partido Do Movimento Democratico Brasileiro De Cacique DobleR$ 4.85865,9%
- Próprio bolsoR$ 2.42933%
- PessoasR$ 811,1%
Para onde foi
- Material impressoTudo de Mauro Borges - MeR$ 97213,2%
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 89112,1%
- OutrosR$ 73810%
- Rádio, TV e vídeoR$ 4375,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Cacique Doble (RS), 2016
Rangel: R$ 42,1 por voto (mediana da disputa, R$ 42,1). Quem venceu, Silvana, gastou R$ 18,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 75,2; o mais barato, R$ 18,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Rangel. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jane PPR$ 7,3 mil · 97 votosR$ 75,2
- Copetti PPR$ 7,3 mil · 103 votosR$ 70,9
- Nelsinho PTR$ 7,1 mil · 108 votosR$ 66
- Sidi PTR$ 7,3 mil · 128 votosR$ 57,1
- Bruno MDBR$ 8,2 mil · 155 votosR$ 52,8
- Cleo DEMR$ 7,7 mil · 172 votosR$ 44,7
- Rangel MDBR$ 7,4 mil · 175 votosR$ 42,1
- Oda PPR$ 6,6 mil · 223 votosR$ 29,4
- Preta MDBR$ 8,2 mil · 296 votosR$ 27,6
- Claudio DEMR$ 6,3 mil · 238 votosR$ 26,3
- Alvaro MDBR$ 6,6 mil · 306 votosR$ 21,4
- Silvana PDTR$ 6,3 mil · 338 votosR$ 18,7
Votos por real
- 2016, vereador: 24 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 20 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.