Raimundo Violeira
Raimundo Nonato Cardoso · nasceu em 1948
Raimundo Violeira se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 3.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004, 2008 e 2020.
Passou por 3 partidos: DC (2004–2014), PATRIOTA (2018), PSD (2020–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 76 anos, até o fundamental, prefeito, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2014, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2018Deputado estadual · Minas GeraisPATRIOTA 51555· direitasuplente8.912 votos; 215º mais votado de 1.255 no estado
- 2014Vice-governador · Minas GeraisDC 27· direitaNa chapa de Eduardo Ferreirachapa não eleita23.017 votos da chapa, 0,2%
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Raimundo Violeira teve 8.912 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 215º lugar entre 1.255 candidatos.
Recebeu votos em 89 cidades. Viçosa deu 90,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Raimundo Violeira declarou R$ 44,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2024, o total caiu R$ 158 mil, já descontada a inflação.
Declarou 10% da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2024.
- Raimundo VioleiraR$ 44,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 459,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 541,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Raimundo Violeira declarou ao TSE R$ 202 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 105 mil.
Campanha a campanha
2024 · Prefeito · Viçosa (MG) · PSD · não eleito
De onde veio
- Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 31,8 mil98,9%
- PartidoR$ 3541,1%
Para onde foi
- Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 2.7348,6%
- Pessoal1 pessoas, não nomeadasR$ 1.6135,1%
- EscritórioR$ 270,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Viçosa (MG), 2024
Raimundo Violeira: R$ 6,21 por voto (mediana da disputa, R$ 15,6). Quem venceu, Ângelo Chequer, gastou R$ 7,85 por voto. O voto mais caro custou R$ 65,1; o mais barato, R$ 6,21.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Raimundo Violeira. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Helio Barbosa PLR$ 197 mil · 3.024 votosR$ 65,1
- Sávio José PTR$ 147 mil · 4.355 votosR$ 33,8
- Glauco Rodrigues REDER$ 221 mil · 14.155 votosR$ 15,6
- Ângelo Chequer UNIÃOR$ 128 mil · 16.346 votosR$ 7,85
- Raimundo Violeira PSDR$ 32 mil · 5.113 votosR$ 6,21
Votos por real
- 2024, prefeito: 161 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
- 2020, prefeito: 997 votos por R$ 1.000, 24 vezes a mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 1.147 votos por R$ 1.000, 13 vezes a mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 160 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.