Raimundo Palito
Raimundo Wilson Ulisses Sampaio · nasceu em 1951
Raimundo Palito se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2010, e foi eleito em todas.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2006 e 2010.
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2010, eleito.
Declarou ao TSE em 2010: 59 anos, superior completo, odontólogo. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2010
- 2006
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Raimundo Palito teve 14.045 votos para deputado estadual, 1,9% dos votos válidos do estado: 13º lugar entre 214 candidatos.
Recebeu votos em 89 cidades. Araguaína deu 48,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,1%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2006, Raimundo Palito declarou R$ 334,1 mil em bens, em reais de hoje: 3,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Tocantins.
Em 2010, não declarou nenhum bem.
Declarou 3,7 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Tocantins em 2006.
- Raimundo PalitoR$ 334,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 89,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 2,1 mi
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 13 itens declarados em 2006, do maior ao menor
- Veiculo camionete GM S10R$ 145,5 milVeículos, barcos e aeronaves
- Veiculo fiat unoR$ 48,2 milVeículos, barcos e aeronaves
- Cdc banco do brasilR$ 29 milDinheiro e aplicações
- BB credito mat. construR$ 26,6 milCréditos e direitos
- Cdc salario banco do brasilR$ 18,7 milDinheiro e aplicações
- Cdc emprestimo banco do brasilR$ 17,6 milCréditos e direitos
- Disponibilidade financeiraR$ 16,4 milOutros
- Saldo devedor em conta corrente banco do brasilR$ 14,4 milDinheiro e aplicações
- BB credito mat. construção banco do brasilR$ 6.480Créditos e direitos
- Cdc salario banco do brasilR$ 5.437Dinheiro e aplicações
- Ourocap banco do brasil saldo em 31/12/2005R$ 2.821Dinheiro e aplicações
- Saldo da provisão de capitalizaçãoR$ 2.818Dinheiro e aplicações
- Poupança ouro saldo em 31/12/2005R$ 188Dinheiro e aplicações
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Raimundo Palito declarou ao TSE R$ 1,1 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 645 mil.
Campanha a campanha
2010 · Deputado estadual · Tocantins · PP · eleito
De onde veio
- Pessoas59 pessoas, não nomeadasR$ 301,7 mil46,7%
- PartidoTudo de Comitê Financeiro ÚnicoR$ 194 mil30,1%
- Próprio bolsoR$ 64 mil9,9%
- Outros candidatosTudo de Marcelo De Carvalho MirandaR$ 36,6 mil5,7%
Para onde foi
- Pessoal229 pessoas, não nomeadasR$ 130,1 mil20,2%
- Rádio, TV e vídeoR$ 25,8 mil4%
- ServiçosR$ 3.3640,5%
Quanto custou cada voto: deputado estadual, Tocantins, 2010
Raimundo Palito: R$ 46 por voto (mediana da disputa, R$ 56,6). Quem venceu, Sandoval Cardoso, gastou R$ 34,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 184; o mais barato, R$ 34,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Raimundo Palito. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ivan Vaqueiro PTR$ 1,1 milhão · 5.939 votosR$ 184
- Melk Aires CIDADANIAR$ 813 mil · 6.618 votosR$ 123
- Osires Damaso DEMR$ 1,3 milhão · 10.413 votosR$ 122
- Geronimo Cardoso MDBR$ 701 mil · 7.534 votosR$ 93,1
- Lúcio Campelo PLR$ 685 mil · 7.781 votosR$ 88,1
- Pastor Pedro Lima PLR$ 632 mil · 7.219 votosR$ 87,6
- Marcão Do Povo PLR$ 494 mil · 5.773 votosR$ 85,6
- Stalin Bucar PLR$ 788 mil · 11.006 votosR$ 71,6
- Ricardo Ayres MDBR$ 793 mil · 11.383 votosR$ 69,7
- Dr Zé Viana PSCR$ 629 mil · 9.167 votosR$ 68,6
- Manoel Queiroz CIDADANIAR$ 869 mil · 13.053 votosR$ 66,6
- Vilmar Do Detran MDBR$ 1,2 milhão · 18.464 votosR$ 66,1
- Sargento Aragão CIDADANIAR$ 826 mil · 13.159 votosR$ 62,7
- Eduardo Do Dertins CIDADANIAR$ 1,4 milhão · 23.310 votosR$ 62,2
- Amélio Cayres PLR$ 760 mil · 13.227 votosR$ 57,5
- Luana Ribeiro PLR$ 1,5 milhão · 25.888 votosR$ 56,6
- Toinho Andrade DEMR$ 664 mil · 11.846 votosR$ 56,1
- Elenil Da Penha MDBR$ 580 mil · 10.736 votosR$ 54
- Wanderlei Barbosa PSBR$ 783 mil · 14.573 votosR$ 53,7
- Amália Santana PTR$ 479 mil · 9.085 votosR$ 52,7
- Solange Duailibe PTR$ 972 mil · 20.940 votosR$ 46,4
- Raimundo Palito PPR$ 645 mil · 14.045 votosR$ 46
- José Augusto Pugliesi MDBR$ 693 mil · 15.415 votosR$ 44,9
- Marcelo Lelis PVR$ 1,1 milhão · 24.556 votosR$ 44,8
- Josi Nunes MDBR$ 1,1 milhão · 24.405 votosR$ 44,4
- José Bonifácio PLR$ 598 mil · 13.578 votosR$ 44,1
- Iderval Silva MDBR$ 692 mil · 15.775 votosR$ 43,9
- Eli Borges MDBR$ 635 mil · 15.685 votosR$ 40,5
- José Geraldo PTBR$ 570 mil · 15.119 votosR$ 37,7
- Sandoval Cardoso MDBR$ 938 mil · 27.072 votosR$ 34,7
Votos por real
- 2010, deputado estadual: 22 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 17 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 167 votos por R$ 1.000, 4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.