Raimundo Louro
Raimundo Carlos Ferreira · nasceu em 1950
Raimundo Louro disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Caridade (CE)), pelo PT: não eleito.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 54 anos, ensino médio, empresario. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Raimundo Louro declarou ao TSE R$ 60 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Caridade (CE) · PT · não eleito
De onde veio
- OutrosR$ 680,1%
Para onde foi
- TransporteTudo de J A Ponciano Regional Comercial LtdaR$ 13,6 mil22,8%
- Eventos1 pessoas, não nomeadasR$ 8.79714,8%
- EscritórioR$ 1690,3%
Quanto custou cada voto: prefeito, Caridade (CE), 2004
Raimundo Louro: R$ 37 por voto (mediana da disputa, R$ 37). Quem venceu, Arcelino, gastou R$ 67,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 67,8; o mais barato, R$ 1,72.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Raimundo Louro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Arcelino PSDBR$ 389 mil · 5.745 votosR$ 67,8
- Raimundo Louro PTR$ 60 mil · 1.607 votosR$ 37
- Raimundinho DEMR$ 4,3 mil · 2.516 votosR$ 1,72
Votos por real
- 2004, prefeito: 27 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.