Raimundo Grade
Raimundo Ferreira Chaves · nasceu em 1936
Raimundo Grade disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Maurilândia do Tocantins (TO)), pelo DEM: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 68 anos, até o fundamental. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Raimundo Grade declarou ao TSE R$ 144 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Maurilândia do Tocantins (TO) · DEM · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 109,6 mil76,2%
- Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 34,3 mil23,8%
Para onde foi
- Escritório11 pessoas, não nomeadasR$ 60,1 mil41,8%
- TransporteTudo de Frama - Comercio De Derivados De Petroleo LtdaR$ 35,8 mil24,9%
- OutrosR$ 2.0691,4%
Quanto custou cada voto: prefeito, Maurilândia do Tocantins (TO), 2004
Raimundo Grade: R$ 167 por voto (mediana da disputa, R$ 130). Quem venceu, Alvino Ribeiro, gastou R$ 130 por voto.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Raimundo Grade. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Raimundo Grade DEMR$ 144 mil · 860 votosR$ 167
- Alvino Ribeiro MDBR$ 142 mil · 1.093 votosR$ 130
Votos por real
- 2004, prefeito: 6 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.