Apuração
Prefeito · 2016 · PODE

Raimundo Dadá

Raimundo Nonato Lima Frota · nasceu em 1955

Raimundo Dadá se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPODE+0,31← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012MDB2016PODE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: MDB (2012), PODE (2016).

PrefeitoPartidoMDBPODE201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 61 anos, até o fundamental, motorista de veículos de transporte de carga, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PODE 19· direita
    não eleito4.627 votos, 31,4%
  2. 2012
    MDB 15· centro-direita· na urna, Raimundo Dada
    candidatura não chegou à urna

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Raimundo Dadá declarou R$ 4.383 em bens, em reais de hoje.

Em 2016, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 4.383
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 2.000 na declaração)

Declarou 1% da mediana dos candidatos a prefeito no Pará em 2012.

  • Raimundo DadáR$ 4.383
  • Mediana dos candidatosR$ 584,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 620 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 4.383. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Raimundo Dadá declarou ao TSE R$ 55 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Prefeito · Mojuí dos Campos (PA) · PODE · não eleito

De onde veio

R$ 55,2 mil
0% veio de fundos públicos; 39 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 55,2 mil.
  1. Pessoas39 pessoas, não nomeadasR$ 54,1 mil97,9%
  2. Próprio bolsoR$ 1.1332,1%

Para onde foi

R$ 56,1 mil
O maior gasto foi com transporte: 56% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 56,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços22 pessoas, não nomeadasR$ 11,3 mil20,1%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 9721,7%
  3. EscritórioR$ 1200,2%

Quanto custou cada voto: prefeito, Mojuí dos Campos (PA), 2016

Raimundo Dadá: R$ 12,1 por voto (mediana da disputa, R$ 12,1). Quem venceu, Jailson Do Mojuí, gastou R$ 20,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 20,9; o mais barato, R$ 11,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Raimundo Dadá. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeito: 82 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.