Rafael Pinheiro
Rafael Pinto Pinheiro · nasceu em 1979
Rafael Pinheiro se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 2 partidos: PTB (2004), PSB (2008–2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 33 anos, superior completo, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Rafael Pinheiro declarou R$ 381,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 249,7 mil acima da inflação.
Mais da metade (57%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2012.
Os 9 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Caixa econômica federalR$ 139,6 milConta corrente no país
- VW gol 1.6 2007R$ 78,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Lote 84 b loteamento recreio de nazareth na est. do leigoR$ 65,7 milTerreno
- Fiat uno mille fire 2002R$ 31,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- VW gol 1.6 power 2011/2012R$ 26,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 1/3 Loja comercial lake s shoppingR$ 13,9 milLoja
- 300 Quotas taba-kal de saquarema LTDAR$ 13,1 milQuotas ou quinhões de capital
- Banco do brasilR$ 10 milCaderneta de poupança
- Academia de ginástica rafael pinto pinheiroR$ 2.191Quotas ou quinhões de capital
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Rafael Pinheiro declarou ao TSE R$ 54 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 35 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Saquarema (RJ) · PSB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 24,3 mil69,2%
- Outros candidatosR$ 10,8 mil30,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 23 mil65,5%
- PessoalR$ 9.21526,2%
- TransporteR$ 1.9605,6%
- EscritórioR$ 9662,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Saquarema (RJ), 2012
Rafael Pinheiro: R$ 31,4 por voto (mediana da disputa, R$ 37,3). Quem venceu, Romacartt, gastou R$ 13,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 691; o mais barato, R$ 13,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Rafael Pinheiro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Érik Sá PTBR$ 26 mil · 37 votosR$ 691
- Bira AGIRR$ 17 mil · 38 votosR$ 457
- Tati Chagas MDBR$ 196 mil · 773 votosR$ 254
- Enfermeiro Renato PSBR$ 21 mil · 107 votosR$ 195
- Gilvam Martinelle PSBR$ 63 mil · 1.383 votosR$ 45,2
- Pitiquinho MDBR$ 81 mil · 2.156 votosR$ 37,5
- Chico Peres PSDBR$ 56 mil · 1.499 votosR$ 37,3
- Rafael Pinheiro PSBR$ 35 mil · 1.119 votosR$ 31,4
- Vinicius MDBR$ 19 mil · 948 votosR$ 19,7
- Paulo Renato PTR$ 27 mil · 1.380 votosR$ 19,3
- Roger PTBR$ 29 mil · 2.050 votosR$ 14
- Romacartt MDBR$ 18 mil · 1.310 votosR$ 13,6
Votos por real
- 2012, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 42% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.