Rafael Dalcin
nasceu em 1985
Rafael Dalcin se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 3.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2012.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 27 anos, superior incompleto, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2010Deputado estadual · Rio Grande do SulPDT 12346· centro-esquerdasuplente9.581 votos; 164º mais votado de 545 no estado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Rafael Dalcin teve 9.581 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 164º lugar entre 545 candidatos.
Recebeu votos em 141 cidades. Carlos Barbosa deu 50,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Rafael Dalcin declarou R$ 6.600 em bens, em reais de hoje. Entre 2010 e 2012, o total caiu R$ 48,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 7% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.
- Rafael DalcinR$ 6.600
- Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Rafael Dalcin declarou ao TSE R$ 232 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 171 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Carlos Barbosa (RS) · PDT · eleito
De onde veio
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 8.98962%
- Próprio bolsoR$ 5.50638%
Para onde foi
- PessoalTudo de Janir Leomar Guth MeR$ 1.62511,2%
- ServiçosR$ 4333%
Quanto custou cada voto: vereador, Carlos Barbosa (RS), 2012
Rafael Dalcin: R$ 22,1 por voto (mediana da disputa, R$ 52,3). Quem venceu, Miguel Stanislososki Polaco , gastou R$ 15,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 175; o mais barato, R$ 15,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Rafael Dalcin. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Custodio PSBR$ 15 mil · 86 votosR$ 175
- Mendes PSBR$ 14 mil · 110 votosR$ 128
- Luiz Do Raio X PSBR$ 14 mil · 161 votosR$ 86,7
- Fabiano Herich PC do BR$ 15 mil · 233 votosR$ 63,1
- Enio Grolli PDTR$ 16 mil · 259 votosR$ 62,7
- Vanessa Campana PDTR$ 17 mil · 279 votosR$ 60,2
- Bolívar PTR$ 13 mil · 243 votosR$ 52,3
- Claudião Galli MDBR$ 18 mil · 388 votosR$ 47,2
- Gabriel Canal PDTR$ 15 mil · 530 votosR$ 27,8
- David Bampi - Bampi PDTR$ 14 mil · 594 votosR$ 23
- Rafael Dalcin PDTR$ 14 mil · 657 votosR$ 22,1
- Miguel Stanislososki Polaco DEMR$ 14 mil · 926 votosR$ 15,2
Votos por real
- 2012, vereador: 45 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 56 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.