Apuração
Vice-prefeito · 2020 · DEM

Rafael da Central

Rafael Dias da Rosa · nasceu em 1980

Rafael da Central se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,66← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PL2008PP2016PP2020DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 3 partidos: PL (2004), PP (2008–2016), DEM (2020).

Vice-prefeitoVereadorPartidoPLPPDEM’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa eleita.

Declarou ao TSE em 2020: 40 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vice-prefeito · Cambuí (MG)
    DEM 77· direita
    chapa eleita10.520 votos da chapa, 76,6%
  2. 2016
    Vice-prefeito · Cambuí (MG)
    PP 77· direita
    chapa eleita5.833 votos da chapa, 39,9%
  3. 2008
    Vereador · Cambuí (MG)
    PP 11999· direita
    suplente293 votos
  4. 2004
    Vereador · Cambuí (MG)
    PL 22223· direita
    eleito584 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Rafael da Central declarou R$ 725,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 465,8 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 725,4 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 505.012 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 725,4 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Terreno urbano com area total de 1.240M2 e area construida…R$ 423,8 mil
    Terreno
  2. 50% De uma casa de morada situado a rua cel lambertR$ 143,6 mil
    Casa
  3. Honda hr-v ex cvt renavam 01101016563R$ 100,6 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. 50% De 2/3 de um barracao comercial sito a rua joao…R$ 57,5 mil
    Prédio comercial

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Rafael da Central declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 7,9 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Cambuí (MG) · PP · suplente

De onde veio

R$ 7.893
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.893.
  1. Próprio bolsoR$ 5.13365%
  2. PessoasR$ 2.59732,9%
  3. Outros candidatosR$ 1632,1%

Para onde foi

R$ 7.893
O maior gasto foi com outros: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Cambuí (MG), 2008

Rafael Da Central: R$ 26,9 por voto (mediana da disputa, R$ 26,2). Quem venceu, Carmem Do Brechó, gastou R$ 4,95 por voto. O voto mais caro custou R$ 56,4; o mais barato, R$ 4,95.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Rafael Da Central. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Joao Da Padaria PDTR$ 3,7 mil · 66 votosR$ 56,4
  • Elias Santos PPR$ 16 mil · 383 votosR$ 40,7
  • Alexandre Da Radio PPR$ 4,2 mil · 108 votosR$ 39,3
  • Pedrinho Da Cohab PSDBR$ 5,7 mil · 192 votosR$ 29,6
  • Adriano Do Banco Do Brasil PSDBR$ 6,8 mil · 250 votosR$ 27,3
  • Rafael Da Central PPR$ 7,9 mil · 293 votosR$ 26,9
  • Zé Luiz Do Zé Evaristo DEMR$ 7,5 mil · 286 votosR$ 26,2
  • Roseli Cardoso PPR$ 3,9 mil · 173 votosR$ 22,3
  • Braguinha PLR$ 3,8 mil · 177 votosR$ 21,6
  • Divaldo DEMR$ 4,8 mil · 427 votosR$ 11,3
  • Cláudio PSDBR$ 4,8 mil · 799 votosR$ 5,99
  • Carmem Do Brechó PPR$ 4 mil · 812 votosR$ 4,95

Votos por real

  • 2008, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 31% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 227 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.