Apuração
Prefeito · 2016 · PSB

Rafael Agostini

Rafael Lunardelli Agostini · nasceu em 1980

Rafael Agostini se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 3.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,32← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PT2008PT2010PT2012PT2016PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2012 e 2016.

Passou por 2 partidos: PT (2004–2012), PSB (2016).

Dep. estadualPrefeitoVereadorPartidoPTPSB2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 36 anos, superior completo, jornalista e redator, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Prefeito · Jaú (SP)
    PSB 40· centro-esquerda
    eleito34.289 votos, 71,8%
  2. 2012
    Prefeito · Jaú (SP)
    PT 13· centro-esquerda
    eleito42.982 votos, 59,3%
  3. 2010
    Deputado estadual · São Paulo
    PT 13413· centro-esquerda
    suplente36.084 votos; 156º mais votado de 1.543 no estado
  4. 2008
    Prefeito · Jaú (SP)
    PT 13· centro-esquerda
    não eleito26.538 votos, 36,8%
  5. 2004
    Vereador · Jaú (SP)
    PT 13333· centro-esquerda
    eleito3.561 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Rafael Agostini teve 36.084 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 156º lugar entre 1.543 candidatos.

Recebeu votos em 213 cidades. Jaú deu 76,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,6%.

36.084 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 36.084 votos.
  1. Jaú (SP)27.700 votos76,8%
  2. São Paulo (SP)1.863 votos5,2%
  3. Mineiros do Tietê (SP)997 votos2,8%
  4. Barra Bonita (SP)901 votos2,5%
  5. Dois Córregos (SP)839 votos2,3%
  6. Outras 198 cidades851 votos2,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Rafael Agostini declarou ao TSE R$ 3,4 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 1,8 milhão.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Prefeito · Jaú (SP) · PSB · eleito

De onde veio

R$ 601,9 mil
0% veio de fundos públicos; 85 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 601,9 mil.
  1. Pessoas85 pessoas, não nomeadasR$ 565,4 mil93,9%
  2. Próprio bolsoR$ 36,4 mil6,1%

Para onde foi

R$ 601,9 mil
O maior gasto foi com material impresso: 34% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 601,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal190 pessoas, não nomeadasR$ 155,5 mil25,8%
  2. EscritórioR$ 20,2 mil3,3%
  3. OutrosR$ 17,1 mil2,8%

Quanto custou cada voto: prefeito, Jaú (SP), 2016

Rafael Agostini: R$ 17,6 por voto (mediana da disputa, R$ 17,6). O voto mais caro custou R$ 120; o mais barato, R$ 3,66.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeito: 57 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 27 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 88 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 58 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.