Apuração
Prefeito · 2012 · DEM

Quitinho

Euclydes Viegas de Carvalho Filho · nasceu em 1970

Quitinho disputou uma eleição, em 2012, para prefeito (São Francisco do Glória (MG)), pelo DEM: não eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,73← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoDEM2012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, não eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 41 anos, até o fundamental, empresário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    DEM 25· direita
    não eleito1.638 votos, 42,8%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Quitinho declarou R$ 1,4 mi em bens, em reais de hoje: 2,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 1,4 mi
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 660.450 na declaração)

Declarou 2,8 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2012.

  • QuitinhoR$ 1,4 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 521,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 622,3 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,4 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 11 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Prédio de 03 andaresR$ 372,5 mil
    Prédio residencial
  2. PanificadoraR$ 328,7 mil
    Loja
  3. Terreno rural de 16R$ 175,2 mil
    Terra nua
  4. Toyota corola ano 2012R$ 166,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. ResidencialR$ 142,4 mil
    Casa
  6. Caminhão ford F-350R$ 120,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  7. Fiat siena ano 2009R$ 54,8 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  8. Fiat uno 2011R$ 46 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  9. Kombi ano 1995R$ 17,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  10. Terreno rural de 06R$ 15,3 mil
    Terra nua
  11. Moto titan cg 150 ano 2008R$ 7.669
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Quitinho declarou ao TSE R$ 65 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Prefeito · São Francisco do Glória (MG) · DEM · não eleito

De onde veio

R$ 65,3 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 65,3 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 58 mil88,7%
  2. Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 7.35211,3%

Para onde foi

R$ 65,3 mil
O maior gasto foi com material impresso: 80% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 65,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços4 pessoas, não nomeadasR$ 5.8358,9%
  2. TransporteR$ 1.2721,9%
  3. OutrosR$ 5850,9%

Quanto custou cada voto: prefeito, São Francisco do Glória (MG), 2012

Quitinho: R$ 39,9 por voto (mediana da disputa, R$ 39,9). Quem venceu, Zé Bissiati, gastou R$ 49,3 por voto.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Quitinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, prefeito: 25 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.