Quinca da Padaria
Joaquim Dias Ramos · nasceu em 1940
Quinca da Padaria disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Santa Rita (PB)), pelo PRP: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 63 anos, até o fundamental, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Quinca da Padaria declarou ao TSE R$ 977 em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Santa Rita (PB) · PRP · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: prefeito, Santa Rita (PB), 2004
Quinca Da Padaria: R$ 2,43 por voto (mediana da disputa, R$ 13,7). Quem venceu, Marcus Odilon, gastou R$ 2,80 por voto. O voto mais caro custou R$ 32,8; o mais barato, R$ 2,43.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Quinca Da Padaria. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zé De Ule PTBR$ 51 mil · 1.542 votosR$ 32,8
- Bernardino CIDADANIAR$ 26 mil · 1.086 votosR$ 23,8
- Reginaldo PSDBR$ 275 mil · 20.050 votosR$ 13,7
- Marcus Odilon PDTR$ 101 mil · 36.165 votosR$ 2,80
- Quinca Da Padaria PRPR$ 977 · 403 votosR$ 2,43
Votos por real
- 2004, prefeito: 403 votos por R$ 1.000, 5,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.