Apuração
Prefeito · 2016 · MDB

Quim

Joaquim Rafael Schneider · nasceu em 1973

Quim disputou uma eleição, em 2016, para prefeito (Alto Feliz (RS)), pelo MDB: não eleito.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,32← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoMDB2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 43 anos, superior completo, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Prefeito · Alto Feliz (RS)
    MDB 15· centro-direita
    não eleito1.019 votos, 43,0%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Quim declarou R$ 601,9 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 601,9 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 370.474 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2016.

  • QuimR$ 601,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 531,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 592,9 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 601,9 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 9 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Sicredi invest alto felizR$ 191 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  2. Residencia em terras de propriedade de osvaldo schneider…R$ 178,7 mil
    Casa rural
  3. Cruze hatch ano 2012-2013R$ 81,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Conta poupança na caixa econômica federalR$ 37,1 mil
    Caderneta de poupança
  5. Fração ideal de 50% de lote urbano matricula 9271 feliz RSR$ 36,6 mil
    Terreno
  6. Fração ideal de 50% de lote urbano matricula 9272 feliz RSR$ 36,6 mil
    Terreno
  7. Participação social empresa sauthier e schneider LTDAR$ 27,6 mil
    Outras participações societárias
  8. Sicredi alto felizR$ 7.355
    Conta corrente no país
  9. ReaisR$ 5.686
    Dinheiro em espécie

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Quim declarou ao TSE R$ 29 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Prefeito · Alto Feliz (RS) · MDB · não eleito

De onde veio

R$ 28,8 mil
0% veio de fundos públicos; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 28,8 mil.
  1. Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 14,6 mil50,9%
  2. Próprio bolsoR$ 10,7 mil37,3%
  3. PartidoTudo de Partido Do Movimento Democratico BrasileiroR$ 3.40011,8%

Para onde foi

R$ 28,8 mil
O maior gasto foi com material impresso: 63% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 28,8 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços3 pessoas, não nomeadasR$ 2.2517,8%

Quanto custou cada voto: prefeito, Alto Feliz (RS), 2016

Quim: R$ 28,2 por voto (mediana da disputa, R$ 24,9). Quem venceu, Paulinho - Paulo Mertins, gastou R$ 24,9 por voto.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Quim. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeito: 35 votos por R$ 1.000, 94% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.