Apuração
Vereador · 2020 · REPUBLICANOS

Pussa

Luciano Aparecido Severino · nasceu em 1976

Pussa se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,50← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2016PHS2020REPUBLICANOS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020.

Passou por 2 partidos: PHS (2016), REPUBLICANOS (2020).

VereadorPartidoPHSREPUBLICANOS201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 44 anos, até o fundamental, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Campanha (MG)
    REPUBLICANOS 10333· direita
    eleito313 votos
  2. 2016
    Vereador · Campanha (MG)
    PHS 31666· centro-direita
    suplente252 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Pussa declarou ao TSE R$ 5,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 3,3 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Campanha (MG) · REPUBLICANOS · eleito

De onde veio

R$ 2.431
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.431.
  1. Próprio bolsoR$ 2.20590,7%
  2. PartidoTudo de Republicanos - Campanha - Mg - MunicipalR$ 2269,3%

Para onde foi

R$ 2.205
O maior gasto foi com material impresso: 94% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.205. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal1 pessoas, não nomeadasR$ 1426,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Campanha (MG), 2020

Pussa: R$ 7,04 por voto (mediana da disputa, R$ 19,6). Quem venceu, Rodrigo Villamarim, gastou R$ 5,04 por voto. O voto mais caro custou R$ 566; o mais barato, R$ 5,04.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Pussa. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Meire Silveira REPUBLICANOSR$ 2,8 mil · 5 votosR$ 566
  • Joice Da Cohab REPUBLICANOSR$ 2,8 mil · 12 votosR$ 236
  • Glauco Figueiredo REPUBLICANOSR$ 2,8 mil · 28 votosR$ 101
  • Toninho Leopoldino PSBR$ 7,1 mil · 197 votosR$ 36,2
  • Janta REPUBLICANOSR$ 9,9 mil · 307 votosR$ 32,3
  • Daniela Do Laboratório PSDR$ 1,9 mil · 65 votosR$ 29,1
  • Guilherme Pittigliani REPUBLICANOSR$ 3,4 mil · 173 votosR$ 19,6
  • Ananias PSBR$ 2,7 mil · 171 votosR$ 15,7
  • Rodriguinho Da Van PTBR$ 2,1 mil · 268 votosR$ 7,88
  • Pussa REPUBLICANOSR$ 2,2 mil · 313 votosR$ 7,04
  • Pedrinho Do Alvorada PATRIOTAR$ 1,4 mil · 266 votosR$ 5,32
  • Rodrigo Villamarim PDTR$ 1,8 mil · 352 votosR$ 5,04

Votos por real

  • 2020, vereador: 142 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 77 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.