Pupunha
Janderlei Albertino da Cruz · nasceu em 1980
Pupunha se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSB (2016), MDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 40 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Pupunha declarou R$ 1.436 em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 71,7 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (58%) dos candidatos a vereador no Amazonas não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Pupunha declarou ao TSE R$ 1,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 829, 14% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Barcelos (AM) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Barcelos (AM), 2020
Mediana da disputa: R$ 53,3 por voto. Quem venceu, Diego Ribeiro, gastou R$ 11,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 472; o mais barato, R$ 11,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Cleide Do Miracy PSLR$ 4,2 mil · 9 votosR$ 472
- Jefferson Leal REPUBLICANOSR$ 3,5 mil · 17 votosR$ 208
- Jucy Oliveira DEMR$ 2,8 mil · 16 votosR$ 177
- Nyce Gomes REPUBLICANOSR$ 3,5 mil · 21 votosR$ 168
- Regilson De Moura REPUBLICANOSR$ 10 mil · 122 votosR$ 86
- Dr Marlos PODER$ 8,3 mil · 156 votosR$ 53,3
- Didi De Moura PSLR$ 7,1 mil · 151 votosR$ 46,9
- Robson Loiola PSLR$ 7,1 mil · 154 votosR$ 45,9
- Dica Do Gegé DEMR$ 2,8 mil · 65 votosR$ 43,5
- Gleidson Serrão DEMR$ 5,7 mil · 209 votosR$ 27,4
- Diego Ribeiro PSDR$ 3,3 mil · 283 votosR$ 11,7
Votos por real
- 2016, vereador: 143 votos por R$ 1.000, 10 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.