Dica
Edilene Nogueira de Melo · nasceu em 1961
Dica se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleita em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: PTB (2008–2012), PSB (2016), DEM (2020), PSD (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2024, não eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 62 anos, ensino médio, atendente de lanchonete e restaurante, cor branca. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020, branca em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Dica declarou R$ 5.746 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 215,4 mil, já descontada a inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (58%) dos candidatos a vereador no Amazonas não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Dica declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereadora: R$ 5,8 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereadora · Barcelos (AM) · PSD · não eleita
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2024.
Quanto custou cada voto: vereadora, Barcelos (AM), 2024
Mediana da disputa: R$ 268 por voto. Quem venceu, Eduardo Militao, gastou R$ 70,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.917; o mais barato, R$ 70,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Agda Souza MDBR$ 17 mil · 6 votosR$ 2.917
- Isaias Mendonça MDBR$ 22 mil · 9 votosR$ 2.430
- Markinho Lacerda MDBR$ 22 mil · 16 votosR$ 1.367
- Dora Pinheiro MDBR$ 16 mil · 19 votosR$ 863
- Cabecinha MDBR$ 22 mil · 37 votosR$ 591
- Edinho MDBR$ 22 mil · 62 votosR$ 362
- Marcia Guerra MDBR$ 27 mil · 100 votosR$ 268
- Franquiberto PODER$ 30 mil · 243 votosR$ 122
- Professora Raycka Lacerda UNIÃOR$ 27 mil · 245 votosR$ 109
- Albert Fernandes PLR$ 19 mil · 223 votosR$ 85,8
- Thallés Chagas MDBR$ 27 mil · 387 votosR$ 70,7
- Eduardo Militao MDBR$ 27 mil · 388 votosR$ 70,5
Votos por real
- 2020, vereadora: 23 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereadora: 72 votos por R$ 1.000, 5 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 80 votos por R$ 1.000, 5 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 16 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.