Apuração
Vereadora · 2016 · PSC

Professora Michele

Michelle Lopes da Silva · nasceu em 1982

Professora Michele se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleita em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSC+0,60← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DEM2014PSC2016PSC← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: DEM (2004), PSC (2014–2016).

Dep. estadualVereadoraPartidoDEMPSC2004200620082010201220142016
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 34 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereadora · Dois Córregos (SP)
    PSC 20070· direita
    suplente
  2. 2014
    Deputada estadual · São Paulo
    PSC 20070· direita· na urna, Professora Michelle Trombeta
    suplente1.934 votos; 653º mais votada de 1.878 no estado
  3. 2004
    Vereadora · Dois Córregos (SP)
    DEM 25007· direita· na urna, Michelle
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Professora Michele teve 1.934 votos para deputada estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 653º lugar entre 1.878 candidatos.

Recebeu votos em 102 cidades. Dois Córregos deu 33,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 84,2%.

1.934 votos
votos para deputada estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 1.934 votos.
  1. Dois Córregos (SP)654 votos33,8%
  2. Lençóis Paulista (SP)224 votos11,6%
  3. Campinas (SP)207 votos10,7%
  4. São Paulo (SP)98 votos5,1%
  5. Macatuba (SP)80 votos4,1%
  6. Outras 87 cidades306 votos15,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Professora Michele declarou ao TSE R$ 40 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputada estadual: R$ 34 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereadora · Dois Córregos (SP) · PSC · suplente

De onde veio

R$ 4.845
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.845.
  1. PessoasR$ 2.74356,6%
  2. Próprio bolsoR$ 1.13323,4%
  3. Outros candidatosR$ 96820%

Para onde foi

R$ 4.843
O maior gasto foi com material impresso: 87% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.843.
  1. Material impressoR$ 4.19586,6%
  2. TransporteR$ 3246,7%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 1623,3%
  4. ServiçosR$ 1623,3%

Quanto custou cada voto: vereadora, Dois Córregos (SP), 2016

Professora Michele: R$ 30,7 por voto (mediana da disputa, R$ 19,5). Quem venceu, Tião Mazziero, gastou R$ 7,96 por voto. O voto mais caro custou R$ 38,6; o mais barato, R$ 7,96.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Professora Michele. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereadora: 33 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
  • 2014, deputada estadual: 68 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereadora: 46 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.