Professor Vitor
Antonio de Castro Lemos · nasceu em 1971
Professor Vitor disputou uma eleição, em 2016, para prefeito (Madalena (CE)), pelo PSOL: não eleito.
Esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 45 anos, superior completo, professor de ensino fundamental, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Professor Vitor declarou R$ 232,7 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou 49% da mediana dos candidatos a prefeito no Ceará em 2016.
- Professor VitorR$ 232,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 474,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 589,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Professor Vitor declarou ao TSE R$ 21 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Prefeito · Madalena (CE) · PSOL · não eleito
De onde veio
- Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 11,9 mil57,1%
- Próprio bolsoR$ 8.93342,9%
Para onde foi
- Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 1.6197,8%
- Rádio, TV e vídeoR$ 6483,1%
- EscritórioR$ 190,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Madalena (CE), 2016
Professor Vitor: R$ 17,4 por voto (mediana da disputa, R$ 17,4). Quem venceu, Sônia, gastou R$ 20,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 20,7; o mais barato, R$ 17,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Professor Vitor. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sônia MDBR$ 158 mil · 7.640 votosR$ 20,7
- Professor Vitor PSOLR$ 21 mil · 1.196 votosR$ 17,4
- Zarlul Kalil PDTR$ 37 mil · 2.144 votosR$ 17,1
Votos por real
- 2016, prefeito: 57 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.