Apuração
Deputado estadual · 2002 · PT

Professor Vagner

Jose Vagner de Sousa · nasceu em 1960

Professor Vagner disputou uma eleição, em 2002, para deputado estadual (São Paulo), pelo PT: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPT2002
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2002, suplente.

Declarou ao TSE em 2002: 42 anos, superior completo, professor de ensino de primeiro e segundo graus. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2002
    Deputado estadual · São Paulo
    PT 13310· centro-esquerda
    suplente8.028 votos; 407º mais votado de 1.424 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Professor Vagner teve 8.028 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 407º lugar entre 1.424 candidatos.

Recebeu votos em 119 cidades. São Paulo deu 75,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,8%.

8.028 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 8.028 votos.
  1. São Paulo (SP)6.095 votos75,9%
  2. Embu das Artes (SP)481 votos6%
  3. Osasco (SP)209 votos2,6%
  4. Taboão da Serra (SP)164 votos2%
  5. Diadema (SP)130 votos1,6%
  6. Outras 104 cidades339 votos4,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2002, Professor Vagner declarou ao TSE R$ 30 mil em receitas, em reais de hoje.

2002 · Deputado estadual · São Paulo · PT · suplente

De onde veio

R$ 30 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 30 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 17,5 mil58,1%
  2. EmpresasTudo de Arlindo Chinaglia JuniorR$ 11,9 mil39,6%
  3. PessoasR$ 6792,3%

Para onde foi

R$ 30 mil
O maior gasto foi com pessoal: 85% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 30 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal8 pessoas, não nomeadasR$ 25,4 mil84,6%
  2. Material impressoR$ 6792,3%
  3. EscritórioR$ 6352,1%
  4. ServiçosR$ 2020,7%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, São Paulo, 2002

Mediana da disputa: R$ 19,7 por voto. Quem venceu, Ricardo Tripoli, gastou R$ 9,63 por voto. O voto mais caro custou R$ 4.439; o mais barato, R$ 9,63.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2002, deputado estadual: 267 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.