Professor Sebastião
Sebastião Pereira Filho · nasceu em 1970
Professor Sebastião se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PSDB (2004–2008), PV (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 42 anos, superior completo, professor de ensino médio. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Professor Sebastião declarou R$ 509,5 mil em bens, em reais de hoje: 16 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 118,5 mil acima da inflação.
Declarou 16 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- Professor SebastiãoR$ 509,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Professor Sebastião declarou ao TSE R$ 1,9 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Monte Mor (SP) · PSDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Monte Mor (SP), 2008
Mediana da disputa: R$ 29,3 por voto. Quem venceu, Rogério Maluf, gastou R$ 11,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 141; o mais barato, R$ 11,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fiuza PTR$ 48 mil · 339 votosR$ 141
- José Da Marmoraria CIDADANIAR$ 5,9 mil · 43 votosR$ 136
- Albano Do Pt PTR$ 15 mil · 134 votosR$ 108
- Leonel PSDBR$ 13 mil · 225 votosR$ 57,3
- Geraldo Benini PSDBR$ 8,8 mil · 269 votosR$ 32,7
- Marcos Da Cerâmica PVR$ 8,8 mil · 290 votosR$ 30,5
- Waltinho Assis PDTR$ 13 mil · 436 votosR$ 29,3
- Gegê PDTR$ 11 mil · 421 votosR$ 26,6
- Valdecir PSDBR$ 5,8 mil · 306 votosR$ 19
- Priscila Brandão PDTR$ 6,1 mil · 387 votosR$ 15,7
- Everaldo Morais MDBR$ 6,7 mil · 485 votosR$ 13,9
- Rogério Maluf PDTR$ 11 mil · 945 votosR$ 11,7
Votos por real
- 2008, vereador: 133 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.