Everaldo Morais
Everaldo de Morais Santana · nasceu em 1967
Everaldo Morais se candidatou em 7 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: PTB (2004), MDB (2008–2020), PDT (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 57 anos, superior completo, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2014Deputado estadual · São PauloMDB 15051· centro-direitasuplente1.822 votos; 670º mais votado de 1.878 no estado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Everaldo Morais teve 1.822 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 670º lugar entre 1.878 candidatos.
Recebeu votos em 57 cidades. Monte Mor deu 81,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Everaldo Morais declarou R$ 810,2 mil em bens, em reais de hoje: 37 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 773,8 mil acima da inflação.
Declarou 37 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2024.
- Everaldo MoraisR$ 810,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,2 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 7 campanhas com contas prestadas, Everaldo Morais declarou ao TSE R$ 60 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 43 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Monte Mor (SP) · PDT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.51563,4%
- PessoasR$ 87536,6%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Monte Mor (SP), 2024
Mediana da disputa: R$ 61,8 por voto. Quem venceu, Bruno Leite, gastou R$ 16,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 477; o mais barato, R$ 16,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Satira Cordeiro PTR$ 12 mil · 26 votosR$ 477
- Adilsinho Uber Do Paulista PTR$ 23 mil · 126 votosR$ 184
- Paola Florencio PTR$ 13 mil · 119 votosR$ 107
- Hayde Marinho PLR$ 16 mil · 170 votosR$ 96,4
- Jesus Lopes PTR$ 18 mil · 250 votosR$ 70,4
- Camila Helen REPUBLICANOSR$ 34 mil · 556 votosR$ 61,8
- Vitor Gabriel Bi MDBR$ 12 mil · 244 votosR$ 49
- Fiuza PTR$ 15 mil · 303 votosR$ 48,8
- Abimael Perete PRDR$ 16 mil · 344 votosR$ 47,1
- Roger Santos PTR$ 13 mil · 507 votosR$ 24,9
- Bruno Leite UNIÃOR$ 12 mil · 737 votosR$ 16,6
Votos por real
- 2024, vereador: 106 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 353 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 220 votos por R$ 1.000, 4,3 vezes a mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 42 votos por R$ 1.000, 73% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.